Encarar o medo de frente, compreendê-lo e buscar formas racionais de enfrentá-lo são passos essenciais para seguir adiante.
ALÉM DO MEDO
Muitas vezes, o medo é tratado como fraqueza, como se fosse algo que apenas algumas pessoas sentissem, enquanto os "gurus" da internet juram que não o experimentam. No entanto, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 16% da população mundial possui algum distúrbio de saúde mental, o que inclui transtornos de ansiedade relacionados ao medo.
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O medo surge do nada em nossa mente, sem aviso, e pode nos fazer travar batalhas internas. Quem nunca se pegou brigando com os próprios pensamentos, tentando afastar uma ideia indesejada, mas vendo-a insistir em permanecer?
O cérebro humano está programado para reagir a ameaças, e essa reação pode ser benéfica em situações de perigo real. No entanto, quando esse mecanismo se ativa de forma exagerada, pode nos impedir de agir e viver plenamente. Por isso, é fundamental entendermos que sentir medo não é anormal – pelo contrário, é parte da nossa humanidade.
PARA LIDAR COM O MEDO E A ANSIEDADE
Cada pessoa encontra sua própria forma de lidar com esse sentimento, e é essencial que essas válvulas de escape sejam saudáveis. Para alguns, jogar bola pode ser um momento de alívio e descontração; para outros, pintar as unhas pode trazer sensação de bem-estar. Outros ainda podem preferir ouvir música, ler um livro, cozinhar, praticar exercícios físicos ou simplesmente caminhar ao ar livre. Algumas pessoas encontram conforto na meditação, no contato com a natureza ou no simples ato de conversar com um amigo de confiança. O importante é que cada um descubra uma forma saudável de aliviar o medo e a ansiedade, sem recorrer a hábitos destrutivos.
Seja qual for a sua válvula de escape, o fundamental é que ela traga equilíbrio e não se torne uma fuga que agrave o problema. Encarar o medo de frente, compreendê-lo e buscar formas racionais de enfrentá-lo são passos essenciais para seguir adiante. O medo, quando não administrado, pode se tornar paralisante. Por isso, é essencial reconhecê-lo e aceitá-lo como parte da vida.
Dominar o medo não significa eliminá-lo, mas aprender a conviver com ele de maneira equilibrada. E mais: entender que ele pode ser um sinal de que estamos no caminho certo. Quando o coração acelera diante de um desafio, isso significa que estamos nos arriscando – e, se esse risco for por algo positivo, é exatamente aí que mora o sucesso. Afinal, crescer exige sair da zona de conforto, e é nesse território desconhecido que encontramos as maiores oportunidades da vida.
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Por Junior Aurélio Vieira de Oliveira
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