Dia Mundial da Hemofilia reforça importância do diagnóstico precoce
Brasil registra mais de 14 mil pessoas com a doença, que afeta a coagulação do sangue
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Brasil registra mais de 14 mil pessoas com a doença, que afeta a coagulação do sangue
No Dia Mundial da Hemofilia, celebrado nesta sexta-feira, 17 de abril, especialistas reforçam a importância do diagnóstico precoce como passo essencial para o tratamento adequado da doença.
De acordo com a Federação Mundial da Hemofilia, mais de três quartos das pessoas com hemofilia no mundo ainda não foram diagnosticadas, o que dificulta o acesso a cuidados básicos de saúde.
A hemofilia é uma condição genética rara que compromete a coagulação do sangue, fazendo com que o organismo tenha dificuldade para estancar sangramentos. Segundo o Ministério da Saúde, a doença pode causar hemorragias internas, principalmente nas articulações e músculos.
Existem dois tipos principais: a hemofilia A, causada pela deficiência do fator VIII, e a hemofilia B, relacionada ao fator IX. A gravidade varia conforme a quantidade desses fatores no organismo.
No Brasil, dados oficiais apontam que 14.202 pessoas conviviam com a doença em 2024, sendo a maioria dos casos do tipo A.
O diagnóstico precoce é fundamental para iniciar o tratamento adequado e garantir qualidade de vida aos pacientes, reduzindo complicações e permitindo uma rotina mais ativa.
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