O problema é que quase ninguém falava sobre empreender. Pouco se incentivava e, pior, muitas crianças que crescem em famílias de empreendedores acabam sendo desmotivadas
EMPREENDEDORISMO NÃO É CRIME – MAS PARECE!
Por Junior Aurélio Vieira de Oliveira | Instagram: @jr_vieira.oficial
Quando eu era pequeno, ouvia sempre o mesmo conselho: “Você tem que estudar e arrumar um trabalho”. E fazia sentido, afinal, essa era a mentalidade predominante. O problema é que quase ninguém falava sobre empreender. Pouco se incentivava e, pior, muitas crianças que crescem em famílias de empreendedores acabam sendo desmotivadas.
Elas veem os pais chegando em casa cansados, reclamando de impostos, burocracia, dívidas e desafios sem fim. Ouvem que "empreender no Brasil é impossível", que "é só dor de cabeça", que "ser empresário é viver apagando incêndios". Crescem associando o empreendedorismo ao sofrimento.
E não é só dentro de casa. A sociedade inteira reforça essa visão. No Brasil, o empreendedor é tratado como vilão. Enquanto em países desenvolvidos ele é valorizado, aqui é visto como oportunista. Quem gera empregos, paga impostos e movimenta a economia precisa enfrentar um sistema que joga contra.
Mas aqui está a verdade: sem empreendedores, não há inovação, não há progresso, não há oportunidades. Se quisermos um país mais forte, precisamos fortalecer aqueles que constroem negócios. Precisamos parar de desestimular nossas crianças e, em vez disso, ensiná-las que empreender é sobre ter visão, coragem e resistência.
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