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POLICIAL

Empresário é preso acusado de receptação de baterias de lítio

Ação da Polícia Civil do Paraná ocorreu durante cumprimento de mandados judiciais e resultou em flagrante dentro de empresa do setor de radiocomunicação e energia solar

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Empresário é preso acusado de receptação de baterias de lítio
19ªSDP/Francisco Beltrão

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu um empresário acusado de receptação qualificada e associação criminosa na manhã desta quinta-feira, 07 de maio, em Francisco Beltrão, no Sudoeste do Estado.


A ação foi realizada durante o cumprimento de mandados judiciais de busca e apreensão e de prisão em uma empresa do ramo de radiocomunicação e energia solar no município.


De acordo com o delegado da PCPR, Hormínio de Paula Lima Neto, o empresário é apontado como um dos principais receptadores de baterias de lítio furtadas de estruturas de telecomunicações utilizadas por empresas de telefonia celular que atuam no Paraná.


As investigações são desdobramento de apurações conduzidas ao longo de 2025 pela Polícia Civil em conjunto com a Guarda Municipal de Curitiba. Em agosto do mesmo ano, um casal foi identificado e investigado por furtos de baterias de lítio em Estações Rádio-Base localizadas em diferentes regiões do Estado.


Após a prisão do casal, a PCPR realizou a análise de aparelhos celulares apreendidos, o que permitiu identificar outros envolvidos no esquema criminoso e apontar a participação direta do empresário preso na operação.


Segundo a investigação, o acusado utilizava a empresa como ponto de receptação e comercialização dos materiais furtados. Os registros também indicam orientações sobre neutralização de sistemas de alarme das baterias e definição de locais para entrega e coleta dos itens.


Durante o cumprimento dos mandados, os policiais localizaram nove baterias de lítio no interior da empresa, o que resultou na prisão em flagrante do empresário.


Além da prisão, o Poder Judiciário determinou o uso de tornozeleira eletrônica e a aplicação de medidas cautelares pessoais e patrimoniais. As investigações seguem para identificar outros possíveis envolvidos no esquema criminoso.


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