Golpe do falso advogado faz vítima em Pato Branco
O suspeito alegava que uma ação judicial havia sido concluída com sucesso e que havia valores disponíveis para recebimento
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O suspeito alegava que uma ação judicial havia sido concluída com sucesso e que havia valores disponíveis para recebimento
Na noite da última segunda-feira, 4 de maio, por volta das 20h56, uma ocorrência de estelionato foi registrada em Pato Branco, no sudoeste do Paraná. A vítima compareceu ao 3º Batalhão da Polícia Militar relatando ter sido enganada em um golpe conhecido como “falso advogado”, que tem se tornado cada vez mais frequente na região.
De acordo com o relato, a vítima recebeu mensagens por meio do aplicativo WhatsApp de um indivíduo que utilizava a identidade visual de seu procurador jurídico. O suspeito alegava que uma ação judicial havia sido concluída com sucesso e que havia valores disponíveis para recebimento.
Para dar credibilidade à fraude, o golpista encaminhou um documento jurídico falsificado, simulando uma decisão judicial. Convencida da veracidade das informações, a vítima realizou uma transferência eletrônica no valor total de R$ 1.706,00 para uma conta em nome de um terceiro.
A fraude só foi descoberta após a conclusão da transação, quando a vítima entrou em contato com o verdadeiro escritório de advocacia, que informou desconhecer qualquer procedimento ou solicitação de pagamento.
Diante dos fatos, foi registrado o boletim de ocorrência, e a vítima recebeu orientações sobre os procedimentos de polícia judiciária e investigação criminal junto à delegacia competente.
A Polícia Militar alerta para o aumento desse tipo de golpe, especialmente por meio do WhatsApp, em que criminosos se passam por advogados para exigir pagamentos imediatos sob o pretexto de liberação de valores judiciais.
Como forma de prevenção, a orientação é clara: nunca realizar transferências sem antes confirmar a identidade do profissional por canais oficiais, como telefone fixo ou atendimento presencial. Além disso, é importante desconfiar de mensagens que envolvam urgência ou solicitem depósitos em contas de terceiros.
Em caso de suspeita ou de já ter sido vítima, a recomendação é entrar em contato imediatamente com a instituição bancária e procurar a Polícia Militar para registro da ocorrência e início das investigações.
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