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POLICIAL

Operação “Gasparzinho” apura fraudes na saúde

Investigação aponta suposta inserção de dados simulados em sistema de visitas domiciliares da saúde municipal

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Operação “Gasparzinho” apura fraudes na saúde
DEIC SC

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da 5ª Delegacia de Polícia Especializada no Combate à Corrupção de Chapecó (5ª DECOR), deflagrou nesta quinta-feira, 07 de maio, a operação “Gasparzinho”, com o objetivo de cumprir ordens judiciais no âmbito de uma investigação que apura possíveis fraudes na área da saúde pública do Município de Chapecó/Santa Catarina.


A investigação teve início a partir de uma denúncia encaminhada pelo Ministério Público à Polícia Civil, que relatou, em um primeiro momento, supostas irregularidades envolvendo registros de visitas domiciliares. Conforme a apuração, haveria indícios de inserção de dados possivelmente simulados por uma servidora em sistema informatizado utilizado pela administração municipal para gestão das informações da saúde.


Durante a operação, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão nos municípios de Chapecó/Santa Catarina e Pato Branco/Paraná. As diligências ocorreram em setores administrativos da Prefeitura, em uma unidade de saúde, em residência vinculada à investigação e também em uma empresa responsável pelo sistema tecnológico utilizado na gestão das informações do setor.



No mesmo contexto, foi determinado judicialmente o afastamento cautelar da servidora investigada de suas funções, além da proibição de acesso aos sistemas e a determinação para fornecimento dos registros de atividade do setor sob apuração.


A operação contou com o apoio de policiais civis da Coordenadoria de Combate à Corrupção (CECOR), da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC) e da Divisão de Investigação Criminal de São Lourenço do Oeste/Santa Catarina.


As investigações seguem sob responsabilidade da 5ª DECOR de Chapecó, com análise do material apreendido e a realização de demais diligências de Polícia Judiciária necessárias para o esclarecimento completo dos fatos.


Outras informações permanecem sob sigilo, até o avanço das investigações, visando preservar o andamento da persecução penal.


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