Paraná amplia coleta de perfis genéticos em pessoas privadas de liberdade
Capacitação formou 50 policiais para atuação nas unidades prisionais do Estado
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Capacitação formou 50 policiais para atuação nas unidades prisionais do Estado
Na sexta-feira, 18 de abril, a Polícia Científica do Paraná (PCIPR) e a Polícia Penal do Paraná (PPPR) concluíram uma capacitação voltada à formação de 50 policiais para a coleta de material genético de pessoas privadas de liberdade.
O objetivo é habilitar servidores para atuarem como multiplicadores do conhecimento dentro das unidades prisionais do Estado.
A iniciativa integra ações de fortalecimento da segurança pública e da gestão do sistema prisional, permitindo a ampliação da coleta de perfis genéticos e sua inserção no Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG).
Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública, o modelo contribui para a identificação de suspeitos, localização de pessoas desaparecidas, conexão de crimes e auxílio na elucidação de investigações.
Com base na legislação vigente, a Polícia Penal passa a ser responsável pela coleta do material genético, enquanto a inserção dos perfis no BNPG permanece sob responsabilidade da Polícia Científica.
A capacitação reuniu 27 policiais penais e 23 policiais científicos, com atividades teóricas e práticas realizadas em Curitiba e em uma unidade prisional em Piraquara.
O treinamento abordou procedimentos de coleta, uso de leitores biométricos e padronização técnica dos processos.
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