Paraná já colheu 72% da safra de feijão das águas
Feijão-preto também valoriza, mas ainda registra queda em relação a 2025
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Feijão-preto também valoriza, mas ainda registra queda em relação a 2025
O Paraná, maior produtor de feijão do Brasil, já colheu 72% da “safra das águas”, período do pico de chuvas e boas temperaturas. Segundo o Boletim Conjuntural do Deral/Seab, a produtividade ficou próxima do esperado, apesar do frio até novembro ter atrasado o ciclo das plantas.
Os preços receberam alta em janeiro, especialmente para o feijão carioca, que atingiu R$ 221,39 por saca de 60 kg, com registros de até R$ 230,00. O feijão-preto também valorizou, com média de R$ 144,76, mas acumula queda de 16% em relação a janeiro de 2025.
O Estado deve colher quase 865 mil toneladas nas duas safras de 2025, representando cerca de 25% da produção nacional. A 1ª safra deve totalizar 191,1 mil toneladas e a 2ª 553,5 mil toneladas, conforme dados do IBGE.
Além do feijão, o boletim destacou desempenho da fruticultura brasileira, com exportações de 1,31 milhão de toneladas e receita de US$ 1,563 bilhão, lideradas por mangas, melões, limões, uvas e melancias, e da suinocultura paranaense, com custo médio de produção de R$ 5,99/kg vivo, o segundo menor do País.
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