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GERAL

PCIPR: balística conecta homicídios distintos

Análise forense identifica mesma arma em crimes diferentes

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PCIPR: balística conecta homicídios distintos
Roberto Dziura Jr/AEN

O trabalho da balística forense foi decisivo para esclarecer a ligação entre dois homicídios registrados em cidades diferentes da Região Metropolitana. A análise técnica confirmou que a mesma arma de fogo foi utilizada nos dois crimes, reforçando a importância da ciência forense na elucidação de ocorrências envolvendo armas.


A identificação ocorreu a partir da comparação de projéteis e estojos recolhidos nos locais dos crimes. O material foi inserido no Sistema Nacional de Análise Balística (Sinab), banco de dados que reúne vestígios balísticos de todo o país. A partir dessa consulta, surgiram correspondências que, após análise minuciosa, foram confirmadas por peritas(os).


O processo envolve o uso de microscópio comparador balístico, equipamento que permite verificar marcas únicas deixadas pela arma nos projéteis e estojos. Quando essas marcas coincidem, é possível afirmar tecnicamente que os disparos partiram do mesmo armamento, mesmo que os crimes não apresentem ligação inicial entre si.


No caso analisado, os registros não tinham conexão aparente. A confirmação balística permitiu estabelecer a relação entre os homicídios e gerar novas linhas de investigação, contribuindo diretamente para o avanço dos trabalhos conduzidos pela Polícia Civil.


Além de auxiliar na elucidação de crimes específicos, o uso do Sinab otimiza o trabalho pericial ao direcionar a análise para vestígios com maior potencial de correspondência, mantendo o rigor técnico e reduzindo o tempo de resposta.


Por se tratar de um sistema nacional, a ferramenta também possibilita a identificação do deslocamento de armas entre diferentes regiões, fortalecendo a integração entre as Polícias Científicas e ampliando a capacidade de conexão entre crimes cometidos em locais distintos.


O trabalho balístico desenvolvido tem se destacado em nível nacional pelo alto número de correspondências confirmadas, consolidando a perícia como referência no uso da tecnologia forense aplicada à investigação criminal.



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