PCPR e PCSC prendem cinco suspeitos de roubo de cargas em rodovias
Ação cumpriu quatro mandados de prisão temporária e sete de busca em cidades de Santa Catarina
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Ação cumpriu quatro mandados de prisão temporária e sete de busca em cidades de Santa Catarina
Uma operação conjunta da Polícia Civil do Paraná (PCPR) e da Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) prendeu cinco pessoas suspeitas de integrar um grupo criminoso investigado por roubos de cargas em rodovias federais. A ação foi realizada na manhã desta terça-feira, 29 de setembro, em Joinville e Garuva, em Santa Catarina.
Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão. Durante as diligências, os policiais localizaram produtos que seriam provenientes de roubos de cargas. Entre os materiais apreendidos estava uma carga de fardas da Polícia Militar que havia sido roubada em Santa Catarina após um acidente.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, um quinto homem também foi preso. Segundo a polícia, ele é investigado por outros crimes semelhantes.
As investigações da PCPR tiveram início a partir de um roubo ocorrido em fevereiro deste ano, na BR-376, em Tijucas do Sul, no Paraná. Na ocasião, aproximadamente 4,2 toneladas de carne bovina cozida e desfiada, avaliadas em mais de R$ 208 mil, foram roubadas de um motorista profissional.
Segundo o delegado da PCPR Lucas Mariano, o motorista estava em repouso às margens da rodovia quando foi abordado por pelo menos quatro homens armados. A vítima teria permanecido sob restrição de liberdade por cerca de quatro horas e depois foi liberada em Santa Catarina, sem a carga que transportava.
Durante o avanço das investigações, a PCPR contou com levantamentos realizados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e identificou que alguns dos suspeitos também eram investigados pela Delegacia de Investigação de Furtos e Roubos de Cargas da Polícia Civil de Santa Catarina por crimes praticados no Estado.
Entre os crimes investigados estão roubo circunstanciado pelo emprego de arma de fogo, restrição da liberdade da vítima e participação de várias pessoas, além de associação criminosa.
Os cinco presos foram encaminhados ao sistema penitenciário. As investigações continuam sob sigilo para o esclarecimento dos demais fatos e da participação dos envolvidos nos crimes apurados.