PRF recupera caminhonete furtada que circulava clonada na BR-116
Veículo havia sido furtado em 2024 em Santa Catarina
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Veículo havia sido furtado em 2024 em Santa Catarina
A Polícia Rodoviária Federal recuperou uma caminhonete com registro de furto na tarde desta segunda-feira, 09 de março, na BR-116, em Mandirituba/Paraná.
Durante abordagem de rotina, os policiais suspeitaram de irregularidades nos elementos identificadores do veículo. Após uma verificação detalhada, foi constatada adulteração em diversos componentes, incluindo a placa e o chassi.
Com a análise técnica realizada pela equipe da PRF, foi possível identificar o veículo original, que possuía registro de furto ocorrido em dezembro de 2024, na cidade de Jaraguá do Sul/Santa Catarina.
No momento da abordagem, a caminhonete era conduzida por uma mulher de 42 anos, que estava acompanhada de uma passageira de 40 anos. Segundo as ocupantes, o veículo havia sido adquirido na cidade de Ponta Grossa/Paraná.
A motorista foi encaminhada à Polícia Civil em Fazenda Rio Grande/Paraná para prestar esclarecimentos pelos crimes de receptação e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.
O veículo foi apreendido e, após os trabalhos de perícia, deverá ser restituído ao proprietário.
DICAS PARA EVITAR O CRIME
Desconfie de preços muito abaixo do valor de mercado e prefira sempre realizar a negociação em locais seguros, com a presença do proprietário que consta no documento, conferindo sua identidade. Sempre que possível, faça a compra por meio de empresas ou profissionais especializados em vistoria veicular, que podem identificar inconsistências estruturais e documentais antes da transferência.
Para se resguardar juridicamente em caso de fraude envolvendo veículo clonado, é fundamental formalizar toda a negociação por meio de contrato de compra e venda detalhado, contendo identificação completa das partes (nome, CPF ou CNPJ, endereço e telefone), dados completos do veículo (placa, número do chassi, modelo, ano e RENAVAM), valor pago e forma de pagamento. Guarde comprovantes de transferências bancárias, conversas e anúncios relacionados à venda, pois esses registros podem servir como prova. Sempre exija cópia do documento de identidade do vendedor e verifique se ele é o proprietário registrado ou possui autorização formal para realizar a venda.
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