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POLICIAL

Promessas de mídia nacional e selos digitais levam influenciador à prisão

Investigação da PCPR aponta que suspeito utilizava redes sociais e promessas de visibilidade em grandes veículos para conquistar a confiança de empresários, influenciadores e líderes religiosos em diferentes estados do país

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Promessas de mídia nacional e selos digitais levam influenciador à prisão
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A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio do Núcleo de Investigações Qualificadas (NIQ) da 5ª Subdivisão Policial de Pato Branco, deflagrou na manhã desta quarta-feira, 13 de maio de 2026, a “Operação Cobrança Final”, que resultou na prisão preventiva de um influenciador digital e ex-atleta profissional, de 25 anos, morador de Pato Branco, no Sudoeste do Paraná.


O Portal Mídia Sudoeste apurou a matéria com base nas informações divulgadas pelo Portal do Romeu e também nos dados oficiais repassados pela Polícia Civil do Paraná.


Além da prisão preventiva, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão contra outros nove investigados suspeitos de ceder contas bancárias para movimentação e ocultação de valores supostamente ilícitos. As ações ocorreram nos municípios de Pato Branco e Dois Vizinhos, no Paraná, além de Chapecó, em Santa Catarina.


Segundo a Polícia Civil, o investigado utilizava principalmente o ambiente digital para captar vítimas em diferentes regiões do país. As investigações apontam que ele se apresentava como alguém com influência e conexões em grandes veículos de comunicação, oferecendo supostos serviços ligados à mídia nacional e verificações de contas em redes sociais, conhecidos como “selos de autenticidade”.


Conforme a PCPR, empresários, influenciadores digitais e líderes religiosos de estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Distrito Federal, Santa Catarina e Paraná estão entre as possíveis vítimas identificadas até o momento.


O valor já formalizado em boletins de ocorrência ultrapassa R$ 200 mil, mas a Polícia Civil acredita que o prejuízo possa ser ainda maior. De acordo com os investigadores, algumas vítimas teriam deixado de denunciar os fatos por receio de exposição pública de suas marcas e empresas.


Ainda segundo a investigação, os perfis do suspeito somavam mais de 45 mil seguidores nas redes sociais, sendo aproximadamente 15,7 mil no Instagram e 29,5 mil no TikTok. Algumas publicações ultrapassavam 1 milhão de visualizações, o que, conforme a Polícia Civil, ajudava a transmitir credibilidade durante as negociações.


A PCPR informou que uma coletiva de imprensa deverá ser realizada para apresentar mais detalhes da operação e os resultados completos das investigações.

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