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GERAL

Ruínas do povo Quilmes

Ruínas da cultura

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Ruínas do povo Quilmes
Paulo Ademir Braun

Ruínas do povo Quilmes


Energia renovada e a sede de estrada partimos de Tafi e paramos logo ali para dar passagem para uma boiada. Coisa linda e saudosa relembrar como foi esse jeito de levar os bois. 'O tempo se foi como se fosse boi na curva da estrada'. Três boiadeiros e um cachorro levando 400 bois. Inusitado. 


El Infernilho, a 3042 m de altitude é o topo dos dois vales e tem um clima radical por ser o encontro das massas de ar. O local é muito lindo e emblemático, parada obrigatória


Descemos na direção do vale Caltchaquill como quem anda na lua. É muito curioso observar que  deste lado os ventos que vem da direção do polo sul deixam a região quase desértica. A metros de distância, no vale do  Tafi, onde os ventos sopram do norte, tem uma vegetação bem mais expressiva com pastagens, plantio de batatas e outros produtos agrícolas. 


No caminho por duas oportunidades demos caronas a duas nativas que nos agraciaram com aulas sobre a região e seus habitantes.  A primeira, Tete,  encontramos juto ao pé do Cardon Tata (cactus mais velho) eternizado em músicas por Atauhalpa Yupanqui. Ela seguiu conosco até o museu Patchmamma. A segunda foi do museu até às ruínas do povo Quilmes.


No vale Caltchaquill fomos nas ruínas do povo Quilmes. Um povo barbaramente massacrado pelos europeus (espanhóis no caso). Os que não foram mortos, aproximadamente 2500 pessoas, foram tocados como se fossem bois por mais de 1600 km até às proximidades de buenos Aires. Mais de 2/3 morreram nesse desterro. Esse local sagrado na existência, é crucial para entender o passado de delinquência. 


O restante do dia foi de paisagens inusitadas pela província de Catamarca. Tambem um café  inesquecível em Aimogasta. Muita estrada até a capital de Lá Rioja.

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