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GERAL

Senado aprova quatro diplomatas para embaixadas no exterior

Diplomatas assumirão postos estratégicos e atuarão na ampliação de relações políticas, comerciais e institucionais

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Senado aprova quatro diplomatas para embaixadas no exterior
Senado Federal

O Plenário do Senado Federal aprovou, na terça-feira, 14 de abril, a indicação de quatro diplomatas para chefiar embaixadas brasileiras no exterior. Os nomes foram sabatinados previamente pela Comissão de Relações Exteriores (CRE) e agora aguardam a nomeação oficial.


As indicações contemplam postos estratégicos na Austrália, Finlândia, Nova Zelândia e Tailândia, reforçando a atuação diplomática brasileira em diferentes regiões do mundo.


Alexandre Peña Ghisleni


Indicado para a embaixada em Camberra, Alexandre Peña Ghisleni teve sua aprovação confirmada por 40 votos favoráveis e um contrário. Ele também acumulará a chefia das representações brasileiras em países do Pacífico, como Papua Nova Guiné, Ilhas Salomão, Fiji, Nauru e Vanuatu.


Com experiência internacional, Ghisleni já atuou em postos como Genebra, Washington e Havana, além de atualmente dirigir o Departamento de Política Econômica, Financeira e de Serviços do Itamaraty. Durante a sabatina, destacou que pretende fortalecer ações estratégicas e ampliar a cooperação com países que têm protagonismo em temas globais, como mudanças climáticas.


A Austrália, destino da missão, é uma das principais economias do mundo e parceira relevante do Brasil, com potencial de cooperação em áreas como biocombustíveis, ciência, tecnologia e saúde.


Haroldo de Macedo Ribeiro


O diplomata Haroldo de Macedo Ribeiro foi aprovado por unanimidade, com 41 votos, para assumir a embaixada na Finlândia.


Com sólida formação em direito e carreira iniciada no Itamaraty em 1992, Ribeiro já ocupou diversos cargos e atualmente chefia a embaixada do Brasil na Polônia. Promovido a ministro de primeira classe em 2017, ele chega ao novo posto com experiência consolidada na diplomacia brasileira.


Sua atuação deverá focar no fortalecimento das relações bilaterais, especialmente em áreas como inovação, educação e cooperação institucional.


Pedro Murilo Ortega Terra


A indicação de Pedro Murilo Ortega Terra para a Nova Zelândia foi aprovada com 40 votos favoráveis e uma abstenção. Ele também responderá pelas representações em Samoa, Tonga, Kiribati e Tuvalu.


Com carreira iniciada em 1991, Terra acumulou experiências em importantes postos internacionais, como Nova Delhi, Nova York e Cantão, além de atuar em áreas estratégicas do Ministério das Relações Exteriores voltadas à Rússia, China e Ásia Central.


Durante a sabatina, afirmou que pretende ampliar a cooperação bilateral e trabalhar pela redução de barreiras comerciais, buscando novas oportunidades para o Brasil na região.


André Odenbreit Carvalho


Já André Odenbreit Carvalho foi aprovado para chefiar a embaixada na Tailândia, com responsabilidade também pelas relações com o Laos. A votação registrou 41 votos favoráveis, um contrário e uma abstenção.


Ministro de primeira classe, Carvalho será chefe de missão pela primeira vez. Ele já atuou em países como Argentina, Rússia e Reino Unido, além de liderar áreas do Itamaraty ligadas à política ambiental, mudanças climáticas e negociações comerciais multilaterais. Desde 2022, está à frente do consulado-geral do Brasil em Miami.


Na sabatina, destacou que pretende priorizar a ampliação e diversificação da pauta comercial, com foco inclusive no crescimento das exportações agrícolas brasileiras.


Como chefes das embaixadas, os diplomatas terão a responsabilidade de representar o Brasil junto aos governos estrangeiros, conduzir negociações e fortalecer relações políticas e comerciais. Também caberá a eles promover a imagem do país, estimular investimentos e acompanhar temas estratégicos da agenda internacional, além de prestar apoio a brasileiros no exterior.


As nomeações reforçam a estratégia do Brasil de ampliar sua presença global e consolidar parcerias em mercados considerados prioritários.


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