Aduana fechada pode estar com os dias contados na fronteira
Audiência em Buenos Aires tratou de mudanças no funcionamento da fronteira e reorganização do controle migratório; medidas seguem em análise e dependem de orçamento
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Audiência em Buenos Aires tratou de mudanças no funcionamento da fronteira e reorganização do controle migratório; medidas seguem em análise e dependem de orçamento
Uma audiência realizada na terça-feira, 14 de abril de 2026, em Buenos Aires reuniu autoridades brasileiras e argentinas para tratar de demandas relacionadas ao funcionamento da fronteira.
Entre os principais temas discutidos estiveram a ampliação do horário da aduana entre Santo Antonio do Sudoeste e San Antonio e a reorganização do controle migratório na região de Bernardo de Irigoyen, Dionísio Cerqueira e Barracão.
Participaram da audiência Sebastián Seoane, Adolfo Safrán, Carlos Sartori, Gustavo Enrique Ferragut e Diego Hernán Goldman, além de representantes do Comitê de Desenvolvimento Territorial La Frontera, gestores municipais, setor empresarial e imprensa.
A proposta para a aduana entre Santo Antonio do Sudoeste e San Antonio prevê a ampliação do horário de funcionamento, que hoje é limitado. A implementação depende de recursos para custeio das equipes envolvidas, especialmente em relação à necessidade de reforço operacional.
A limitação atual de horário afeta diretamente a rotina de trabalhadores e o funcionamento do comércio, com impacto sobre empresários que dependem da circulação entre os dois países para manter suas atividades.
Na região de Bernardo de Irigoyen, Dionísio Cerqueira e Barracão, foi discutida a possibilidade de transferir o ponto de controle migratório para uma área mais afastada do perímetro urbano, próxima à atuação da gendarmeria argentina. A proposta tem como objetivo melhorar a fluidez na circulação local, mantendo o controle concentrado em um único ponto. A medida ainda depende de definições técnicas.
Também participaram Walter Jorge Feldman, Talita Casagrande e Monica Franchini. Entre os gestores públicos estiveram Edgardo Aquino, Fausto Nicomedes Rojas e Neivor Kessler. O Brasil esteve representado por Alcir Sawaris, José Dorival Bandeira e Francisco Wildes, além de Dorli Miller e German Fischer.
Durante a audiência, houve manifestação de confiança por parte das autoridades na busca por soluções. As propostas apresentadas avançaram em discussão, mas seguem condicionadas a definições administrativas e orçamentárias para serem efetivadas.
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