Anvisa amplia controle sobre canetas emagrecedoras
Agência passa a monitorar efeitos colaterais após aumento de uso e notificações
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Agência passa a monitorar efeitos colaterais após aumento de uso e notificações
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária anunciou, nesta quarta-feira, 06 de maio, a implantação de um plano de farmacovigilância ativa para monitorar os efeitos colaterais das chamadas canetas emagrecedoras. A medida muda a estratégia do órgão, que passa a atuar de forma proativa, em parceria com serviços de saúde, para identificar possíveis riscos relacionados ao uso desses medicamentos.
O foco está nos remédios agonistas do receptor GLP-1, utilizados no tratamento de diabetes e obesidade, mas que vêm sendo usados também fora das indicações previstas. Entre 2018 e março de 2026, foram registradas 2.965 notificações de eventos adversos no Brasil, com aumento significativo nos últimos anos, principalmente relacionados à semaglutida.
Segundo a Anvisa, o monitoramento contará com apoio da Rede Sentinela, hospitais universitários e cooperação com a Polícia Federal. A agência alerta para os riscos do uso sem acompanhamento médico e de produtos sem procedência, destacando a necessidade de acompanhar o comportamento desses medicamentos após a comercialização para identificar efeitos raros ou tardios.
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