O duelo deste sábado, 29 de novembro, no Estádio Monumental U, em Lima, não vale apenas a “Glória Eterna”. Vale história. Pela primeira vez, o futebol brasileiro verá nascer um tetracampeão da Copa Libertadores da América, e o título pode ser do Palmeiras ou do Flamengo. Quem vencer não apenas erguerá o troféu continental, mas também assumirá, de forma isolada, o posto de maior conquistador do torneio no país.
Até 2011, o São Paulo liderava sozinho com três títulos. Depois disso, Santos, Grêmio, Palmeiras e Flamengo igualaram a marca. Hoje, todos têm três conquistas. A final de 2025, portanto, quebra um ciclo de 14 anos sem um brasileiro se isolar no topo.
A bola rola às 18h (horário de Brasília), e a expectativa é de um confronto carregado de rivalidade, qualidade técnica e memória recente. Os times se reencontram quatro anos depois da decisão em Montevidéu, quando o Palmeiras venceu o Flamengo por 2 a 1, na prorrogação, após erro decisivo de Andreas Pereira.
O destino, porém, fez questão de escrever um novo capítulo: Andreas, hoje no Palmeiras, chega cercado de atenção. Hostilizado no reencontro com o Flamengo pelo Brasileirão, o volante busca reescrever sua trajetória continental e colocar seu nome na história verde.
Mais que uma final: um marco no futebol brasileiro
Independente de quem vencer, o Brasil celebrará neste sábado seu primeiro tetracampeão da Libertadores. Um marco que aumenta a grandeza do futebol nacional e reforça a força dos clubes do país no cenário sul-americano.
Com elencos estrelados, técnicos experientes e torcidas apaixonadas, Palmeiras e Flamengo prometem entregar um jogo eletrizante — daqueles que ficam marcados por gerações.
Porque hoje não é só uma final.
É a noite em que um clube brasileiro renasce no continente como tetracampeão da América.


Fonte: Mídia Sudoeste
Autor: Thaynara Queiroz
Crédito da imagem: Mídia Sudoeste
Repórter: Thaynara Queiroz