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GERAL

Copel supera média nacional de mulheres no setor elétrico

Com 23% de participação feminina no quadro de funcionários, companhia paranaense destaca avanço das mulheres em áreas técnicas, operacionais e de liderança

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Copel supera média nacional de mulheres no setor elétrico
Joao Paulo Da Silva Gomes

A presença feminina no setor elétrico brasileiro tem avançado nos últimos anos, trazendo novas perspectivas, inovação e liderança para a área. Na Copel, esse movimento já apresenta números expressivos: atualmente, as mulheres representam 23% do quadro de colaboradores da companhia, índice que supera em cerca de 15% a média nacional do setor.


O dado acompanha a tendência apontada pelo estudo “Equidade de gênero no setor energético brasileiro”, publicado em 2025 pelo Ministério de Minas e Energia (MME), que mostra o crescimento da participação feminina em um segmento historicamente dominado por homens.


Na companhia paranaense, as mulheres atuam em áreas técnicas, operacionais e de gestão, liderando equipes, projetos e decisões estratégicas. Esse avanço também se reflete na liderança da empresa: a vice-presidência de Gente e Gestão da Copel é comandada por Marcia Baena, profissional com ampla experiência no setor elétrico.


Segundo a empresa, o trabalho feminino tem contribuído diretamente para o fortalecimento da companhia e para a evolução do setor de energia no Brasil, ampliando a diversidade de visões e soluções dentro da organização.


Entre as profissionais que ajudam a construir essa trajetória está Karine Torres, diretora de Operação e Manutenção da distribuidora da Copel. Ela iniciou a carreira no setor elétrico com pouco mais de 20 anos e, após dois anos de experiência, conquistou seu primeiro cargo de liderança.


Para Karine, a presença feminina no mercado de trabalho representa, acima de tudo, liberdade e conquista de direitos ao longo das últimas décadas.


 


“A mulher foi privada de escolhas durante anos. Ela não tinha nem direito a voto. Vejo que o mercado de trabalho, para a mulher, é uma porta de liberdade: fazer o que gostamos, estar com quem gostamos. Levamos muito tempo para chegar até aqui e precisamos continuar motivadas e fortes diante dos desafios”, afirma.


Outra trajetória marcante é a de Luísa Nastari, superintendente de Sustentabilidade da Copel. Engenheira química, ela trabalha na companhia há 17 anos e atualmente lidera uma equipe de 14 pessoas.


Segundo Luísa, a diversidade é um fator essencial para melhorar decisões e ampliar soluções dentro das empresas.


“Quando ampliamos a diversidade, ampliamos também as formas de enxergar os desafios, o que eleva a qualidade das soluções e das decisões”, destaca. Ela também incentiva novas gerações a ingressarem nas engenharias e nas áreas técnicas.


Já Jusele Mowka Milleo soma 36 anos de história na empresa. Ela ingressou na Copel em 20 de setembro de 1989 como recepcionista e, ao longo da carreira, atuou em setores como faturamento, tesouraria e contas a pagar. Atualmente exerce a função de técnica financeira, trabalhando com contratos relacionados a cobranças de terceiros na conta de luz.


Durante sua trajetória, também concluiu a graduação em Economia enquanto trabalhava na companhia.


Para Jusele, o Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, simboliza conquistas importantes.


“É uma data de sucesso, que mostra que as mulheres são prova de competência e capacidade”, afirma.


O crescimento da participação feminina em empresas como a Copel demonstra a transformação em curso no setor elétrico brasileiro. A ampliação da presença de mulheres em áreas técnicas, estratégicas e de liderança reforça o papel da diversidade na construção de soluções inovadoras e no fortalecimento do setor energético do país.


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