Menu

Idioma
JORNAL DIGITAL MURAL DA COMUNIDADE
Informações
Sexta-feira, 17 de Julho de 2026
Visitantes Total
17.425.727
Hoje
14.630
Cotações
Dólar
R$ --
Euro
R$ --
Peso ARG
R$ --
Redes Sociais
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
POLICIAL

Empresário é autuado após PCPR apreender mais de 3 mil figurinhas suspeitas de falsificação

Material estava sendo comercializado em estabelecimento no centro da cidade e será submetido à perícia

Compartilhar
Empresário é autuado após PCPR apreender mais de 3 mil figurinhas suspeitas de falsificação
PCPR

Um empresário de 45 anos foi autuado em flagrante na manhã de quinta-feira, 16 de julho, após a Polícia Civil do Paraná (PCPR) apreender mais de 3 mil figurinhas com indícios de falsificação em um estabelecimento comercial no centro de Irati.


A ação foi realizada por equipes da 41ª Delegacia Regional de Polícia de Irati após uma denúncia anônima informar que o local estaria comercializando produtos supostamente falsificados relacionados à Copa do Mundo FIFA 2026.


Durante a diligência, os policiais constataram que os materiais estavam expostos para venda ao público e encontraram uma grande quantidade de pacotes de figurinhas armazenados no comércio.


Segundo a PCPR, uma das unidades analisadas inicialmente, que reproduzia a imagem do jogador Neymar e apresentava o logotipo da marca Panini, possuía características que levantaram suspeita de falsificação, como qualidade gráfica inferior e ausência de elementos de segurança e licenciamento.


Ao todo, foram apreendidas 3.104 unidades, sendo 3.066 figurinhas da Copa do Mundo, 24 figurinhas da Coca-Cola, oito cards “Adrenalin Panini” e seis figurinhas da Copa América.


O material foi encaminhado para perícia. A Polícia Científica realizou a separação de uma amostra com 15 unidades para os exames iniciais, enquanto o restante dos produtos permaneceu lacrado para análise definitiva.


Diante dos indícios encontrados, o proprietário do estabelecimento foi conduzido à delegacia, onde a prisão em flagrante foi confirmada pelo crime de violação de direito autoral com intuito de lucro, previsto no artigo 184, § 2º, do Código Penal.


Como a pena máxima prevista para o delito não ultrapassa quatro anos, foi arbitrada fiança no valor de R$ 2 mil. O valor foi pago integralmente e o empresário responderá ao processo em liberdade.


A Polícia Civil instaurou um inquérito para aprofundar as investigações, incluindo a apuração de possível violação de marca registrada e eventual prejuízo a consumidores que tenham adquirido os produtos.


A PCPR reforça que informações sobre crimes podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197 e 181.

Mais Notícias

  • Banner