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GERAL
17/01/2025 03:56

Mediterrâneo



Revitalizada a paixão por estrada.

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Saragoça

Como Dom Quixote partimos em busca de aventuras sem a pretensão de lutar contra as injustiças. Sem querer desilusões. Uma ambientação entre o deserto e o serrado, no nordeste da Espanha. O destino era Saragoça. Saragoça e uma declinação do nome Cézar Augusto, o imperador romano, que fundou a cidade em 25 A.C. Uma região pouco habitada. Paisagens inusitadas. Um ambiente muito quixotesco mesmo. Foi muito impactante chegar em uma cidade Romana, no meio do nada. A cidade é atravessada pelo Rio Erbo. Muitas pontes e uma basílica diferenciada, bonita e uma arquitetura assemelhada a um grande mesquita. Saragoça é a capital do reino de Aragão, um dos dois reinos originais da formação da atual Espanha. A população tem um padrão de nobreza, elegância e até uma certa arrogância, típico de um povo meio isolado. Saragoça foi um presente inesperado. Só alegria.

Andorra

Depois de 20 horas em Saragoça, fomos embora na direção do principado de Andorra. Outra país inusitado encravado nas montanhas dos Pirineus. Tudo moderninho, bonitinho e adequado ao consumo. A cidade de Andorra, La Velha é muito bem organizada. Tudo parece ser comércio sofisticado. Pouca aparência residencial. É zona franca de elite. Um Duty Free a céu aberto. Uma espécie de Rivera em escala europeia. Foi muito interessante conhecer, mas como não temos um perfil muito consumidor, ficamos com a ótima impressão da paisagem exuberante.

Andorra tem a língua oficial Catalã. Fica na divisa, entre França e Espanha e é administrado pelos dois países, mesmo sendo um país soberano. O país fica numa antiga travessia dos Pirineus, com registros identificados desde a 10 mil anos. É a capital mais alta da Europa.

Barcelona

Partimos para voltar a Espanha e dormir em Barcelona, onde ficamos por dois dias. Mesmo com a minha paixão pelo mar Mediterrâneo (mar no meio da terra). O Mediterrâneo continua maravilhoso. O nascer do sol, o arrebol do amanhecer foi capaz de me convencer e fazer esquecer que Barcelona foi uma decepção. Cidade suja. 26 euros, o ingresso mais barato, para entrar na catedral da sagrada família. O monumento a Cristóvão Colombo retrata a ideia exata, um sujeito indicando a direção das Américas. Um monumento a quem não sabia pra onde ia, e quando voltou não soube dizer pra onde foi. Nem as construções projetadas por Antônio Gaudí, me fizeram sair dali, com uma boa impressão de Barcelona.

A orla e o Mediterrâneo são inquestionáveis, mesmo em Barcelona. Também uma excursão a abadia de Mont Serat, lugar diferenciado, muito lindo e bem preservado, com ótima infraestrutura, nas montanhas a menos de 100km, salvaram a Catalunha. Partimos dali, para Figueres, cidade natal de Salvador Dali, no extremo da Espanha.




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