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POLICIAL

Mulher investigada por golpe do falso familiar é presa

Mulher é suspeita de receber R$ 6,2 mil obtidos por meio do golpe do falso familiar aplicado contra uma vítima de Salto do Lontra

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Mulher investigada por golpe do falso familiar é presa
PCPR/Salto do Lontra

Uma mulher investigada pelo crime de estelionato foi presa na manhã desta sexta-feira, 17 de julho, em Cuiabá (MT), durante uma ação integrada entre a Polícia Civil do Paraná (PCPR), a Polícia Judiciária Civil do Mato Grosso (PJC-MT) e a Polícia Federal (PF). A prisão foi realizada em cumprimento a um mandado expedido pela Vara Única da Comarca de Salto do Lontra.


A investigação teve início após uma moradora de Salto do Lontra ser vítima do chamado golpe do falso familiar. Conforme a Polícia Civil, os criminosos utilizaram um aplicativo de mensagens para se passar pelo filho da vítima, alegando que haviam trocado de número de telefone e precisavam, com urgência, do pagamento de um boleto bancário.


Convencida pela fraude, a vítima realizou transferências bancárias que totalizaram R$ 6.250 para contas vinculadas à investigada.


Com a instauração do inquérito policial, a equipe da Delegacia de Polícia de Salto do Lontra realizou uma série de diligências que permitiram identificar a beneficiária dos valores recebidos. As provas reunidas subsidiaram o pedido de prisão, posteriormente deferido pelo Poder Judiciário.


Nos últimos dias, os investigadores obtiveram informações de que a suspeita estaria residindo em Cuiabá. Os dados foram compartilhados com a Gerência Estadual de Polinter da Polícia Judiciária Civil do Mato Grosso, que, com apoio do Grupo de Capturas da Polícia Federal (GCAP/PF), realizou novos levantamentos e conseguiu localizar a mulher.


Após a confirmação do paradeiro, policiais da Delegacia Especializada de Capturas da Polícia Judiciária Civil do Mato Grosso cumpriram o mandado de prisão sem a necessidade do uso de algemas. A investigada permanece à disposição da Justiça para os procedimentos legais.


Segundo a Polícia Civil, a prisão demonstra a importância da integração entre as forças de segurança no combate aos crimes patrimoniais praticados por meios eletrônicos. A cooperação entre os órgãos envolvidos foi determinante para a rápida localização e captura da suspeita, reforçando a eficácia da atuação conjunta no enfrentamento desse tipo de crime.

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