Paraná amplia coleta de DNA em presídios para reforçar investigações criminais
Operação ocorre em todas as regionais e deve coletar cerca de 2.400 amostras
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Operação ocorre em todas as regionais e deve coletar cerca de 2.400 amostras
O Paraná iniciou uma operação integrada para ampliar a coleta de perfis genéticos em unidades penais do Estado. A ação começou na segunda-feira, 27 de abril, e segue até quinta-feira, 30, com expectativa de coletar cerca de 2.400 amostras.
A iniciativa ocorre nas nove regionais e faz parte de um trabalho conjunto entre estados do Sul e Mato Grosso do Sul, com foco no fortalecimento das investigações criminais por meio do Banco Nacional de Perfis Genéticos.
A coleta é realizada de forma integrada entre a Polícia Penal e a Polícia Científica, com apoio de outras forças de segurança, garantindo a identificação correta e a inserção dos dados no sistema nacional.
O banco reúne informações genéticas de pessoas condenadas, vestígios de crimes e dados relacionados a pessoas desaparecidas, permitindo o cruzamento de informações para auxiliar na identificação de suspeitos e na elucidação de casos.
Segundo dados oficiais, o Paraná já possui mais de 12 mil perfis cadastrados e tem se destacado nacionalmente na ampliação e qualificação dessas informações.
A operação também inclui capacitação de servidores para atuação nas coletas, com o objetivo de ampliar a eficiência e padronizar os procedimentos dentro do sistema prisional.
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