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GERAL

Paraná amplia coleta de DNA em presídios para reforçar investigações criminais

Operação ocorre em todas as regionais e deve coletar cerca de 2.400 amostras

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Paraná amplia coleta de DNA em presídios para reforçar investigações criminais
Paulo Henrique/Sesp

O Paraná iniciou uma operação integrada para ampliar a coleta de perfis genéticos em unidades penais do Estado. A ação começou na segunda-feira, 27 de abril, e segue até quinta-feira, 30, com expectativa de coletar cerca de 2.400 amostras.


A iniciativa ocorre nas nove regionais e faz parte de um trabalho conjunto entre estados do Sul e Mato Grosso do Sul, com foco no fortalecimento das investigações criminais por meio do Banco Nacional de Perfis Genéticos.


A coleta é realizada de forma integrada entre a Polícia Penal e a Polícia Científica, com apoio de outras forças de segurança, garantindo a identificação correta e a inserção dos dados no sistema nacional.


O banco reúne informações genéticas de pessoas condenadas, vestígios de crimes e dados relacionados a pessoas desaparecidas, permitindo o cruzamento de informações para auxiliar na identificação de suspeitos e na elucidação de casos.


Segundo dados oficiais, o Paraná já possui mais de 12 mil perfis cadastrados e tem se destacado nacionalmente na ampliação e qualificação dessas informações.


A operação também inclui capacitação de servidores para atuação nas coletas, com o objetivo de ampliar a eficiência e padronizar os procedimentos dentro do sistema prisional.


 


 

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