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GERAL

Paraná reforça vigilância sentinela para enfrentar período de síndromes gripais

Estado conta com rede de 34 unidades de monitoramento e já aplicou mais de 1,3 milhão de doses contra a gripe

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Paraná reforça vigilância sentinela para enfrentar período de síndromes gripais
SESA

O período entre maio e julho concentra o maior número de casos de síndromes gripais no Paraná. Para enfrentar a sazonalidade dos vírus respiratórios, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa-PR) mantém uma estrutura de monitoramento considerada referência nacional, formada pela Vigilância Epidemiológica, pelo Laboratório Central do Estado (Lacen) e por uma rede de 34 unidades sentinelas distribuídas em todas as Regionais de Saúde.


O sistema funciona com a coleta frequente de amostras de pacientes com sintomas gripais. O material é analisado pelo Lacen para identificar quais vírus estão circulando em cada região do Estado. As informações permitem respostas mais rápidas, direcionamento de campanhas de conscientização e distribuição de medicamentos.


A estrutura paranaense foi reconhecida pelo Ministério da Saúde como modelo “padrão ouro” em vigilância sentinela. O Paraná foi escolhido para abrir um ciclo nacional de visitas técnicas e teve destacada a capacidade de resposta durante os períodos de maior circulação viral, sem necessidade de decretar emergência em saúde pública.


O secretário estadual da Saúde, César Neves, destacou que o reconhecimento é resultado do trabalho contínuo das equipes de vigilância e laboratórios.


Segundo ele, a meta é transformar os dados coletados em ações práticas, como ampliação da cobertura vacinal e tratamento oportuno da população.


A diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes, afirmou que o trabalho integrado entre vigilância epidemiológica, imunização, laboratórios e assistência hospitalar fortalece a capacidade do Estado em responder rapidamente a novas emergências em saúde pública.


No último dia 7 de maio, profissionais das 22 Regionais de Saúde, municípios e unidades sentinelas participaram da Oficina de Fortalecimento da Vigilância Sentinela de Síndrome Gripal, realizada em parceria com o Ministério da Saúde. O encontro teve como objetivo capacitar equipes para enfrentar a sazonalidade dos vírus respiratórios e agilizar o uso das informações epidemiológicas.


Vacinação segue como principal proteção


Desde o início da campanha de vacinação contra a gripe até o dia 10 de maio, mais de 1,3 milhão de doses da vacina contra Influenza foram aplicadas no Paraná. Deste total, mais de 760 mil foram destinadas a idosos acima de 60 anos e cerca de 150 mil para crianças entre seis meses e menores de seis anos, grupos considerados mais vulneráveis às complicações respiratórias.


A meta da Sesa é imunizar 90% dos grupos prioritários, o que representa aproximadamente 4,5 milhões de paranaenses.


Além da campanha de multivacinação, que segue até 30 de maio, municípios têm promovido ações em escolas, bailes da terceira idade, Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), além da ampliação do horário de atendimento em postos de vacinação e abertura de unidades aos sábados.


A vacina está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) para os grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, incluindo idosos, crianças, gestantes, puérperas, povos indígenas, pessoas com comorbidades e trabalhadores das áreas da saúde e educação.


A Sesa reforça que o organismo leva cerca de três semanas para desenvolver imunidade completa após a aplicação da vacina, por isso a orientação é procurar a imunização antes da chegada do inverno.


Medidas de prevenção continuam essenciai


Além da vacinação, a Secretaria de Estado da Saúde orienta a população a manter cuidados preventivos, como higienização frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel 70%, cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar, manter ambientes ventilados, evitar aglomerações e não compartilhar objetos de uso pessoal.


Pessoas com sintomas como febre, tosse, dor de garganta ou mal-estar devem procurar atendimento médico nas UBS e evitar participação em atividades coletivas até a recuperação do quadro clínico.



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