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POLICIAL

Posto é fiscalizado e gerente acaba preso por irregularidade em bomba de combustível

Fiscalização constatou que bomba entregava menos combustível do que o registrado e levou à prisão do gerente do posto

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Posto é fiscalizado e gerente acaba preso por irregularidade em bomba de combustível
Polícia Civil do Paraná

Na última quarta-feira, 29 de julho, a Polícia Civil do Paraná (PCPR) e o Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (IPEM-PR) realizaram uma operação de fiscalização em postos de combustíveis de Santa Tereza do Oeste. A ação foi motivada por diversos boletins de ocorrência registrados por consumidores que denunciavam suspeitas de adulteração de combustíveis e fornecimento de volume inferior ao indicado nas bombas.


Durante a fiscalização, as equipes identificaram irregularidades em um posto de combustíveis de grande movimentação, localizado no Distrito de Santa Maria, às margens da BR-163, um dos principais corredores logísticos da região.


Os testes realizados pelo IPEM-PR apontaram que uma bomba de abastecimento com seis bicos fornecia quantidade inferior à registrada no visor. Conforme a fiscalização, a cada 20 litros marcados na bomba, cerca de 300 mililitros deixavam de ser entregues ao consumidor, índice considerado muito acima do limite de tolerância permitido pela regulamentação metrológica. Diante da irregularidade, o equipamento foi interditado administrativamente.


O gerente do estabelecimento, responsável pela administração do posto, foi encaminhado à Delegacia de Polícia. A legislação prevê a responsabilização tanto do gerente quanto do proprietário do empreendimento quando houver participação ou responsabilidade na prática das irregularidades.


Após a lavratura do auto de prisão em flagrante, foi arbitrada fiança de R$ 10 mil, valor que foi pago, permitindo que o investigado responda ao processo em liberdade.


A Polícia Civil informou que o inquérito seguirá em andamento para apurar a eventual responsabilidade criminal dos proprietários do posto, caso seja comprovado que tinham conhecimento ou anuíram às irregularidades constatadas durante a operação.


Segundo a PCPR, ações integradas com órgãos de fiscalização são fundamentais para garantir os direitos dos consumidores, assegurar a regularidade na comercialização de combustíveis e combater fraudes que causam prejuízos à população.

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