Saudade do Iguaçu celebra 34 anos de história, orgulho e pertencimento
Uma cidade construída por mãos trabalhadoras, sonhos e raízes que seguem vivas no coração de cada morador
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Uma cidade construída por mãos trabalhadoras, sonhos e raízes que seguem vivas no coração de cada morador
Saudade do Iguaçu celebra nesta quarta-feira, 19 de março, seus 34 anos de emancipação política. Mais do que uma data no calendário, é um momento de olhar para trás e reconhecer a força de um povo que, com coragem, união e persistência, construiu uma cidade que hoje é motivo de orgulho para todos que vivem nesta terra.
Saudade do Iguaçu é feita de gente. Gente trabalhadora, que acorda cedo, que enfrenta desafios e que nunca deixa de acreditar no amanhã. É uma cidade que cresce todos os dias graças à garra de seu povo, à dedicação das famílias e ao amor que cada cidadão carrega por este lugar.
Cada rua, cada canto e cada paisagem guardam um pedacinho da história de quem vive aqui. Em cada casa há memórias, em cada comunidade há histórias de superação e em cada olhar existe o orgulho de pertencer a uma terra que foi construída com trabalho, fé e esperança.
Saudade do Iguaçu é mais do que um município. É um lugar onde as raízes são profundas, onde os valores passam de geração em geração e onde o sentimento de pertencimento faz com que cada pessoa sinta que também ajudou a construir essa história. Cada dia vivido aqui é mais uma página escrita por seu povo.
Hoje, ao completar 34 anos de emancipação, Saudade do Iguaçu celebra não apenas sua história, mas principalmente seu povo. Um povo que carrega no coração o orgulho de viver em uma terra construída com trabalho, união e esperança. Uma cidade que continua crescendo, sem esquecer suas raízes e sem perder aquilo que sempre foi sua maior riqueza: a força e a identidade de quem chama este lugar de lar.
E foi justamente dessa mistura de sonhos e coragem que nasceu a história do município.
A colonização da região começou entre 1954 e 1958, com a abertura de trilhas pela Companhia Brasileira de Viação e Comércio (Braviaco) e a chegada dos primeiros colonos vindos principalmente do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Entre os pioneiros estavam Élio Bocalon, Horácio Tavares, Luiz Severo Stevins, Antônio Giacomelli, Batista Predebon, João Basegio, Antônio Barbiero e Ângelo Cenci, famílias que iniciaram a construção da comunidade dedicando-se à agricultura de subsistência, com o cultivo de milho, feijão e a criação de suínos.
O nome Saudade surgiu em 1958, quando José Ascoli, representante da Braviaco, sentiu uma forte saudade de sua família que estava no Rio Grande do Sul enquanto trabalhava na medição e venda de terras na região. Esse sentimento inspirou o nome “Saudades”. Anos depois, com a criação do município, o nome foi ajustado para Saudade do Iguaçu, em referência ao Rio Iguaçu, que abriga a Usina Hidrelétrica de Salto Santiago.
Nos anos 1960 ocorreram conflitos de posse de terras na região, situação que foi resolvida em 1978 com a desapropriação das áreas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), que emitiu novos títulos de propriedade aos moradores.
A economia inicial teve como base o extrativismo da madeira, especialmente da araucária, e posteriormente se fortaleceu com a agricultura. Os primeiros comerciantes foram João Basegio, Batista Predebon e Ângelo Cenci, que vendiam produtos como rapadura, pinga e fumo em rolo para a comunidade.
O distrito de Saudades foi oficializado em 06 de junho de 1973, quando passou a integrar o município de Chopinzinho. Já a emancipação política ocorreu em 19 de março de 1992, por meio da Lei Estadual nº 9.914. A instalação oficial do município aconteceu em 01 de janeiro de 1993.
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