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GERAL

Saúde reforça vacinação contra coqueluche

Cobertura vacinal segue abaixo da meta no Paraná e imunização é principal forma de prevenção

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Saúde reforça vacinação contra coqueluche
AEN

A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) reforçou o alerta para a importância da vacinação contra a coqueluche, especialmente em gestantes e crianças menores de cinco anos. A doença é causada pela bactéria Bordetella pertussis, provoca infecção respiratória altamente contagiosa e pode evoluir para complicações graves, principalmente em bebês com menos de seis meses de vida.


De acordo com dados da Sesa, a meta de cobertura vacinal definida pelo Plano Nacional de Imunização (PNI) é de 95%, porém os índices no Estado ainda estão abaixo do recomendado. Em 2025, a vacina pentavalente, aplicada em três doses entre os dois e seis meses de vida, alcançou 92,92% de cobertura. Já a DTP, utilizada como reforço, está com 87,45%, enquanto a dTpa, indicada para gestantes a partir da 20ª semana de gestação, registra 65,85%.


O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, destacou que as vacinas estão disponíveis gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e são fundamentais para a prevenção da doença e a redução da mortalidade infantil. Segundo ele, é essencial que responsáveis levem crianças para receber todas as doses, especialmente os reforços, e que gestantes façam a imunização para proteger a si e aos bebês.


Em 2024, o Brasil registrou aumento expressivo nos casos de coqueluche. No Paraná, foram confirmados 2.819 casos e cinco óbitos, sendo que 548 ocorrências envolveram crianças menores de cinco anos. Dados preliminares de 2025 indicam redução, com 299 casos confirmados até o momento e nenhum óbito registrado.


A Sesa lembra que a coqueluche apresenta comportamento cíclico, com aumento de casos a cada três a cinco anos, o que reforça a necessidade de vigilância permanente e do fortalecimento das ações de imunização. As vacinas estão disponíveis nas mais de 1.850 salas de vacinação distribuídas em todo o Paraná.


Para crianças, o esquema vacinal prevê três doses da vacina pentavalente, aplicadas aos dois, quatro e seis meses de idade, além de dois reforços com a DTP aos 15 meses e aos quatro anos. Para gestantes, a recomendação é a aplicação da vacina dTpa a partir da 20ª semana de gestação, em todas as gestações, garantindo proteção aos recém-nascidos antes do início do esquema infantil.


Os sintomas iniciais da coqueluche podem se confundir com os de um resfriado comum, como coriza, tosse seca e febre baixa, mas a doença pode evoluir para tosse intensa, vômitos e até parada respiratória. A transmissão ocorre por gotículas de saliva ao falar, tossir ou espirrar, sendo considerada altamente contagiosa.


Além da vacinação, medidas de higiene, como lavar as mãos, evitar contato com pessoas doentes e o uso de máscara por pessoas infectadas, ajudam a reduzir a disseminação da doença.



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