SOE e SOT reforçam resposta tática da Polícia Penal do Paraná
Grupos especiais atuam na prevenção e controle de situações de alto risco no sistema prisional
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Grupos especiais atuam na prevenção e controle de situações de alto risco no sistema prisional
O Setor de Operações Especiais (SOE) e o Setor de Operações Táticas (SOT) formam a base da resposta especializada da Polícia Penal do Paraná em situações que exigem intervenção qualificada, rápida e controlada. As equipes atuam tanto na prevenção quanto na neutralização de ocorrências de alto risco dentro e fora das unidades prisionais.
Com treinamentos específicos e protocolos padronizados, os grupos são acionados em cenários como crises internas, motins, rebeliões, transferências de custodiados de alto risco, escoltas complexas e operações de revista geral. A atuação busca garantir a preservação de vidas, a estabilidade institucional e o funcionamento regular do sistema penitenciário.
O SOE é empregado principalmente em intervenções diretas e situações críticas, enquanto o SOT atua como força tática de rotina e primeiro interventor em incidentes, realizando contenção inicial, isolamento da área e identificação de ameaças até eventual acionamento do SOE.
Além das ações emergenciais, os dois grupos participam de operações planejadas, apoio às unidades prisionais, vigilância armada e reforço interno e externo, reduzindo riscos operacionais e prevenindo a escalada de conflitos.
A atuação é integrada com outros setores da Polícia Penal e ocorre em cooperação com a Polícia Militar e a Polícia Civil em operações conjuntas, cumprimento de mandados e ocorrências externas, seguindo diretrizes do sistema estadual de segurança pública.
Todo o trabalho é sustentado pela inteligência penitenciária, responsável por identificar riscos, antecipar movimentações criminosas e fornecer análises que orientam cada operação. O ingresso no SOE ou no SOT exige seleção rigorosa e capacitação contínua, com foco em preparo técnico, físico e emocional.
Atualmente, o sistema prisional do Paraná administra mais de 42 mil pessoas privadas de liberdade em unidades físicas e cerca de 18 mil em monitoração eletrônica, acompanhando a expansão de vagas e a modernização das estruturas em todo o Estado.
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