TODO MUNDO É VENDEDOR
O problema é que muita gente ainda confunde vender com empurrar. Com insistir. Com ser chato. Aquela figura clássica do vendedor que aparece toda hora dizendo “qualquer coisa eu tô aqui”. Esse cansa. Esse afasta.
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O problema é que muita gente ainda confunde vender com empurrar. Com insistir. Com ser chato. Aquela figura clássica do vendedor que aparece toda hora dizendo “qualquer coisa eu tô aqui”. Esse cansa. Esse afasta.
TODO MUNDO É VENDEDOR
Método CBV – 24 de janeiro de 2026
Esse insight eu tive ontem, caminhando.
Caminhar, para mim, nunca foi só exercício. É o momento em que eu organizo a cabeça, observo a vida e escuto com mais atenção. Foi assim, ontem, que algo simples me chamou atenção de um jeito diferente.
No fone de ouvido, um podcast sobre vendas com Ciro Bottini. Em poucos minutos, a frase ficou martelando na cabeça até virar essa coluna que escrevo hoje.
Todo mundo é vendedor.
Todo mundo mesmo. Inclusive você que torceu o nariz agora.
Porque a verdade é que a gente está vendendo o tempo todo. Mesmo quando não percebe. Um produto, um serviço, uma ideia, uma opinião, uma escolha. Às vezes, estamos vendendo só confiança. Às vezes, estamos vendendo credibilidade. Às vezes, estamos vendendo nós mesmos.
Dentro de uma empresa é assim. Você tem uma ideia nova, um projeto diferente, uma solução para um problema antigo. Você não apresenta isso para alguém. Você vende. Vende para o chefe, para o sócio, para o time. Quem não sabe vender a própria ideia, vê ela morrer na gaveta.
Na vida pessoal não é diferente. Primeiro encontro. Primeira conversa. Primeiro impacto. Você está se vendendo. Vale emoção, simpatia, entusiasmo, postura, bom humor. Bom humor, aliás, é algo que quase todo mundo valoriza. Não é contar piada nem virar palhaço. É ser alguém que dá vontade de ouvir.
O problema é que muita gente ainda confunde vender com empurrar. Com insistir. Com ser chato. Aquela figura clássica do vendedor que aparece toda hora dizendo “qualquer coisa eu tô aqui”. Esse cansa. Esse afasta.
Vendedor bom não é insistente.
Vendedor bom é persistente.
Existe uma diferença grande entre insistir e persistir. O insistente tenta sempre do mesmo jeito. O persistente muda o caminho. Ajusta a abordagem. Troca o ângulo. Conta a mesma história de um jeito diferente, até fazer sentido para quem está do outro lado.
O produto é o mesmo. A ideia é a mesma.
O que muda é a forma de embalar.
Foi aí que entrou algo simples e poderoso, o Método CBV.
C de característica. É o que o produto é.
B de benefício. É o que ele faz pela vida de quem compra.
V de vantagem. É o que ele tem que os outros não têm.
Tudo importa, mas o B é o mais forte. É o benefício que vende.
As pessoas até querem saber se uma TV é Full HD ou 4K. Isso é característica. Mas o que faz alguém tirar o cartão da carteira é entender que aquela TV vai transformar a sala em um cinema, que vai dar outra experiência, outro nível de detalhe, outra sensação.
Quando você entende isso, começa a perceber que está vendendo o tempo todo. Na reunião. Na conversa. No áudio de WhatsApp. Na forma como você se posiciona.
E aí a ficha cai de verdade.
Todo mundo é vendedor.
A diferença é que alguns sabem disso.
E outros continuam vendendo sem perceber.
Faça a sua autoavaliação.
Pense no que você está vendendo todos os dias, mesmo quando acha que não está.
Depois, deixe nos comentários a sua opinião.
E compartilhe com aquele vendedor que você conhece. Ou com alguém que ainda não percebeu que é.
É ASSIM QUE EU PENSO.
Por Junior Aurélio Vieira de Oliveira
Deixo aqui o vídeo na íntegra.
Segue os créditos:
REALIZAÇÃO: Fábrica de Quadrinhos ANFITRIÃO: Rogério Vilela | Siga no Instagram: @vilela EDIÇÃO: Isabelly e Yasmin PRODUÇÃO: Rogério Vilela PESQUISA E DECUPAGEM: Fabio Mantoanelli
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