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GERAL

VITIMISTA ROUBA TEMPO E ENERGIA

Uma pessoa negativa normalmente é fácil de perceber. Reclama de tudo, fala mal de todos, transmite peso rapidamente. O vitimista, não.

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VITIMISTA ROUBA TEMPO E ENERGIA
brunetcastoficial/Junior Vieira

VITIMISTA ROUBA TEMPO E ENERGIA


Você já terminou uma conversa cansado, sem ter feito esforço físico algum? Sem carregar peso, sem trabalhar pesado, sem correr de um lado para o outro. Apenas conversando. Se isso já aconteceu com você, talvez tenha passado tempo demais com uma pessoa vitimista.


Essa reflexão surgiu ao analisar um conteúdo sobre como lidar com esse perfil, e chama a atenção para algo que muita gente vive no dia a dia, mas nem sempre percebe. Existem pessoas que não roubam seu dinheiro, mas roubam algo igualmente valioso: seu tempo e sua energia.


O vitimista nem sempre parece um problema. Esse tipo de pessoa raramente chega de forma agressiva. Muitas vezes, aparenta ser calma, humilde, injustiçada e cheia de dificuldades. Costuma surgir com frases conhecidas: Ninguém me ajuda. Para mim tudo é mais difícil. Comigo nada dá certo. Ninguém entende o que eu passo. Num primeiro momento, isso desperta pena. Depois, gera um desgaste profundo, porque a conversa gira, gira e nunca sai do lugar.


Outro ponto fundamental é que o vitimista dificilmente assume responsabilidade. Se perdeu uma oportunidade, alguém atrapalhou. Se foi mandado embora, foi perseguido. Se não cresceu, faltou chance. Se recebe um conselho, diz que ninguém entende a sua realidade. Quase tudo está fora dele. Enquanto isso, pessoas maduras costumam fazer outra pergunta: O que depende de mim agora? Essa simples mudança de postura separa quem evolui de quem repete ciclos.


O desgaste é silencioso. Uma pessoa negativa é fácil de perceber, pois reclama de tudo e transmite peso rapidamente. O vitimista não. Ele te prende em conversas longas. Você tenta ajudar, orientar, sugerir caminhos, mostrar alternativas. Mas, no fim, nada muda. Você investe tempo, entrega atenção, oferece energia e sai esgotado. Trabalho intenso cansa o corpo, mas conviver com o vitimismo constante cansa a mente.


Este talvez seja o ponto mais duro: nem todo mundo quer ajuda. Existem pessoas que dizem querer mudar, mas, no fundo, querem apenas ser compreendidas sem precisar se transformar. Querem acolhimento para continuar iguais. Você pode aconselhar, estender a mão e falar a verdade, mas só cresce quem aceita ouvir, corrigir a rota e agir diferente.


A autorresponsabilidade muda destinos. Quem vive na culpa carrega peso, mas quem vive na responsabilidade carrega postura. A culpa paralisa, enquanto a responsabilidade movimenta. Quem diz que a vida acabou com ele, entrega o controle. Quem pergunta o que pode fazer agora, começa a retomá-lo.


Observe melhor quem está ao seu redor. Há pessoas que fortalecem sua mente, elevam sua visão e impulsionam sua caminhada. E há pessoas que entram leves, saem pesadas e ainda levam sua paz junto. Proteja seu tempo, proteja sua energia e proteja sua mente. Porque, muitas vezes, as maiores perdas acontecem em silêncio.


É assim que eu penso.
Da série Diferente dos Iguais.



Conteúdo que inspirou esta coluna Corte do podcast BrunetCast, Como lidar com pessoas vitimistas, com Cleiton Pinheiro. Fica a sugestão para que você assista e tire suas próprias conclusões.



 

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