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Regional

Vitorino comemora aniversário com história, trabalho e identidade que atravessam gerações

Um município que honra suas raízes e segue crescendo com orgulho e união

Hoje é dia de celebrar Vitorino, uma terra marcada pela força de seu povo, pela riqueza de sua identidade cultural e pelo desenvolvimento construído passo a passo ao longo das décadas. Entre colinas, rios e horizontes férteis, o município cresceu com dignidade, união e coragem, tornando-se referência no Sudoeste do Paraná. Cada morador, cada família e cada geração contribuíram para erguer uma cidade que honra suas raízes e segue firme rumo ao futuro. Neste aniversário, Vitorino é homenageada por sua história de luta, progresso e acolhimento.


A trajetória do município inicia-se no fim do século XVIII, quando começaram as primeiras ocupações da região. As famílias Antonio Pinto de Camargo, Luiz Antonio de Araújo e Joaquim Norberto Ferreira, vindas de São Paulo, foram as pioneiras a se estabelecer no território onde hoje está Vitorino. Em seguida, chegaram outros moradores, entre eles Pedro Schanda, João de Quadros, José Fortunato, Norberto Ferreira, Joaquim Norberto e Julio Santana. Com a abertura da estrada estratégica no local da atual sede, formou-se a primeira povoação. Ali, Bernardino Pereira instalou a primeira casa comercial, enquanto Santo Fracaro construiu a primeira serraria, impulsionando o desenvolvimento local.


O nome Vitorino homenageia o cacique de uma tribo Tupi-Guarani que vivia nas proximidades da sede municipal. Segundo relatos, o cacique Vitorino mantinha conflitos constantes com a tribo do cacique Viri, da região de Verê, realizando incursões por Guarapuava e Palmas.


A ocupação mais intensa ocorreu entre 1920 e 1925, quando viajantes utilizavam a área como entreposto no caminho das tropas que seguiam de Barracão a Clevelândia, transportando mercadorias em frotas de burros cargueiros. Entre 1935 e 1940, chegaram as primeiras famílias de origem italiana e alemã, vindas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, atraídas pela fertilidade das terras e pelas oportunidades geradas pela atividade madeireira. Em 1944, foi instalada a primeira indústria, pertencente a Batista Ghedin e Marcos Dalmolin, impulsionando a venda de terras e o crescimento do setor madeireiro. Na época da emancipação, já existiam cerca de 20 serrarias e três beneficiadoras de madeira.


O primeiro comerciante formal de Vitorino foi Bernardino Pereira, dono de uma pequena bodega de secos e molhados. Com o crescimento da população, outros empreendedores foram chegando e fortalecendo o comércio local.


A educação ganhou força com a instalação do município. Quando o primeiro prefeito, Antonio Caleffi, assumiu em 29 de novembro de 1961, existiam apenas seis escolas. Em sete anos de emancipação, esse número saltou para 49 casas escolares, atendendo 2.348 alunos. O ensino médio também se consolidou: em 1964 foi criado o Ginásio Estadual de Vitorino, e em 1967 nasceu o Colégio Estadual Comercial Cristo Rei, que iniciou as atividades em 1º de março de 1968 com 22 alunos.


Criado pela Lei nº 4.245 de 18 de julho de 1960, e instalado oficialmente em 29 de novembro de 1961, Vitorino teve como primeiro prefeito Antonio Caleffi e uma câmara formada por Giocondo Albino Fracaro, Jorge Lehmann, Luis Bernardí, Arnaldo Tomasini, Angelo Rech, Valdomiro Martinello, Luiz Virgilio Lanzarin, Inacio Stachak e Leopoldo Tschà.

Fonte: Mídia Sudoeste

Autor: Luiz Antônio

Crédito da imagem: Mídia Sudoeste

Repórter: Luiz Antônio

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