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GERAL

Alimento “feio” não é alimento perdido

Aparência irregular não compromete qualidade e ajuda a reduzir o desperdício

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Alimento “feio” não é alimento perdido
Mídia Sudoeste

A escolha de frutas, verduras e hortaliças no momento da compra exige atenção, mas também consciência. Marcas externas, formato irregular ou aparência fora do padrão não indicam, necessariamente, que o alimento esteja impróprio para o consumo ou com valor nutricional prejudicado. A confusão entre alimentos estragados e produtos apenas considerados “feios” contribui de forma significativa para o aumento do desperdício de alimentos.


Alimentos realmente impróprios apresentam sinais claros, como mofo, odor forte, textura amolecida ou danos internos. Já aqueles com casca marcada, cicatrizes naturais ou coloração diferente seguem próprios para o consumo e mantêm suas propriedades nutricionais. Essas características podem, inclusive, indicar um cultivo com menor intervenção no campo, sendo resultado de fatores naturais como vento, chuva ou granizo.


A cultura de associar aparência perfeita à qualidade nutricional é um mito que impacta diretamente toda a cadeia alimentar. O descarte de alimentos visualmente fora do padrão gera prejuízos para produtores, amplia a geração de resíduos e contribui para a emissão de gases de efeito estufa, agravando problemas ambientais.


Dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente apontam que mais de um bilhão de toneladas de alimentos são desperdiçadas anualmente no mundo. Grande parte desse desperdício ocorre dentro das próprias residências, reforçando a importância da conscientização da população sobre escolhas mais responsáveis no consumo diário.


Iniciativas voltadas ao reaproveitamento de excedentes alimentares, à distribuição de alimentos para pessoas em situação de vulnerabilidade social, ao incentivo da agricultura familiar e à alimentação escolar têm contribuído para reduzir perdas e ampliar o acesso à alimentação adequada. Essas ações também estimulam hábitos mais sustentáveis e o consumo consciente.


Especialistas explicam que danos superficiais são respostas naturais das plantas a fatores externos e não interferem na qualidade do alimento. Se não houver sinais evidentes de deterioração, o produto pode ser consumido com segurança.


Optar por alimentos fora do padrão estético é uma atitude simples, mas que gera impacto positivo, reduz o desperdício, valoriza o trabalho no campo e contribui para um sistema alimentar mais justo e sustentável.



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