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POLICIAL

Delegado é alvo de injúria racial durante atendimento em Foz do Iguaçu

É a segunda vez que Rodrigo Souza sofre injúrias durante o trabalho

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Delegado é alvo de injúria racial durante atendimento em Foz do Iguaçu
Imagem: Catve.com

O Delegado de Foz do Iguaçu, Rodrigo Souza, sofreu injúria racial ao verificar denúncia de abuso contra criança de 5 anos na avenida Brasil. A situação aconteceu na terça-feira (13).



Em depoimento, Rodrigo Silva de Souza explica que recebeu denúncia sobre um possível abuso contra uma criança em um conjunto de quitinetes. Após falar com a denunciante, eles se dirigiram até o local. Ao chegar o imóvel, a senhora que atendeu o Policial e ficou com a porta entreaberta. 



Segundo o depoimento, no primeiro momento, ele percebeu que a menina, a feminina e o pai estavam sem roupas. Neste momento ele pediu para que se vestissem para que fossem conduzidos à Delegacia. A feminina tentou fechar a porta, ele impediu e ela, na sequência, fechou. Segundo o Delegado, o masculino disse que ele não era Policial.


"O cara lá de dentro 'não, é bandido. Você é bandido.' Aí ele abriu voltou, saiu e disse 'Você não tem cara de policial, você é bandido. Olha sua cor, sua tatuagem, você é vagabundo, você vai se ver comigo. Eu sou militar, conheço muita gente na Polícia'", contou o Delegado.


Como estava sozinho, ele pediu reforço à Polícia Militar para conduzir os envolvidos à Delegacia. Foi registrado o boletim pelos crimes de ameaças, desacatado e também da injúria racial. O masculino foi preso encaminhado à Cadeia Pública Laudemir Neves. O Delegado comenta que essa é a segunda vez que uma situação de injúria contra ele acontece na cidade.


"Toda vez que tiver eu vou fazer o flagrante, eu não deixo passar. E nessa situação tinham duas testemunhas, uma vizinha que estava no corredor e a senhora que denunciou. Então elas ouviram muito bem o que foi feito", afirmou. No local, a feminina que estava no interior da quitinete caluniou uma testemunha.


Já com relação a criança, foi acionado o Conselho Tutelar para quem foi entregue a menina. Eles devem tomar as providências para apurar o eventual abuso.


O caso será investigado.

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