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GERAL

Médica de Pato Branco vira ré por dar falsos diagnósticos de câncer de pele

A médica apresentava falsos diagnósticos de câncer de pele e solicitava cirurgias desnecessárias. Identificada como C. F. B. a médica responde por estelionato, falsificação de documentos e lesão corporal

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Médica de Pato Branco vira ré por dar falsos diagnósticos de câncer de pele
Reprodução das redes sociais

A médica identificada como C. F. B., do município de Pato Branco, no sudoeste do Paraná, virou ré na Justiça por emitir laudos falsos de câncer de pele e realizar procedimentos desnecessários em pacientes. Ela foi denunciada pelo Ministério Público do Paraná em outubro de 2023 por lesão corporal, estelionato, falsidade ideológica e por exercer atividade ou anunciar que a exerce sem os requisitos necessários.



C. F. B. começou a ser investigada em março de 2024, quando pacientes suspeitaram de procedimentos cirúrgicos solicitados por ela. Pelo menos 31 pessoas formalizaram denúncia à Polícia Civil do Paraná.  A denúncia foi aceita pela Justiça em 31 de janeiro, referente a casos narrados por 38 vítimas. Em sete casos, o juiz Eduardo Faoro não reconheceu parte dos crimes atribuídos à médica na denúncia do Minitério Público.


"Todas as vítimas relataram uma forte pressão psicológica feita pela médica durante a consulta para que fossem realizados os procedimentos tão logo ali no consultório, logo depois que ela dava o diagnóstico", afirmou o delegado do caso. Conforme o delegado, as investigações identificaram que a médica examinava pintas e manchas dos pacientes e afirmava que algumas poderiam ser cancerígenas. Ela então, fazia retirada de material e encaminhava para laboratório.


De acordo com a polícia, na reconsulta, ela apresentava ao paciente um laudo falso com diagnóstico de câncer de pele. Além disso, a investigação apurou que documentos falsos eram colocados sobre os verdadeiros e com a ajuda do equipamento, eram criadas novas versões de laudos.


Em março de 2024, o Conselho Regional de Medicina de Paraná (CRM-PR) puniu a médica com a chamada "censura pública" por anunciar ter especialidades que não possui.


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