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GERAL

Paraná reforça regras contra o greening

Nova portaria amplia medidas de controle da doença nos pomares

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Paraná reforça regras contra o greening
Mídia Sudoeste

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná publicou, em março, uma nova portaria que estabelece medidas obrigatórias de prevenção, controle e contenção do greening, doença considerada a principal ameaça à citricultura no Estado. A regulamentação atende a uma exigência do Ministério da Agricultura e Pecuária para elaboração de planos de contingência.


O greening é causado pela bactéria Candidatus Liberibacter spp. e transmitido pelo inseto psilídeo-dos-citros. A doença não tem cura e pode levar à morte das plantas, o que torna o monitoramento constante e a eliminação de exemplares contaminados as principais formas de controle.


A nova portaria determina obrigações aos produtores, como cadastro das propriedades, inspeções periódicas, controle do inseto vetor e envio de relatórios semestrais com informações sobre plantas infectadas e eliminadas. O objetivo é conter o avanço da doença, que já apresenta sinais de crescimento em áreas monitoradas.


As regras também detalham prazos para erradicação das plantas com sintomas, conforme a idade dos pomares. Plantas mais jovens, com até oito anos, e mais antigas, acima de 15 anos, devem ser eliminadas imediatamente. Já aquelas entre nove e 12 anos têm prazo de até quatro anos, enquanto plantas entre 13 e 15 anos devem ser retiradas em até três anos.


O controle do inseto transmissor deve ser intensificado, seguindo orientações técnicas e metodologia definida pela Adapar. As ações estão alinhadas ao Programa Nacional de Prevenção e Controle do HLB, instituído pelo governo federal.


De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o Paraná ocupa posições de destaque na produção nacional de citrus, sendo o terceiro maior produtor de laranja, quarto de tangerina e sexto de limão. Dados do Departamento de Economia Rural indicam que o setor representa mais de 60% da produção da fruticultura estadual.


No campo, produtores relatam impactos da doença e reforçam a necessidade de atuação conjunta para conter o avanço. A integração entre poder público e setor produtivo é apontada como essencial para proteger os pomares e manter a atividade no Estado.


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