Prefeito e vice de Cruzeiro do Iguaçu têm diplomas cassados pela Justiça Eleitoral
Decisão em primeira instância aponta indícios de compra de votos nas eleições de 2024, cabe recurso
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Decisão em primeira instância aponta indícios de compra de votos nas eleições de 2024, cabe recurso
A Justiça Eleitoral do Paraná determinou, na quarta-feira, 30 de julho, a cassação dos diplomas do prefeito Reni Kovalski e da vice-prefeita Sandra Ghedin Turmina, eleitos em 2024 no município de Cruzeiro do Iguaçu.
A decisão, proferida pela 115ª Zona Eleitoral, atende a uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) movida por Jean Carlos Cardoso, que alegou abuso de poder econômico e captação ilícita de sufrágio durante a campanha eleitoral.
De acordo com os autos, o coordenador da campanha, Neudir Antonio Giachini, com a suposta anuência dos candidatos, teria participado de ações caracterizadas como compra de votos. Um dos episódios citados menciona o pagamento de R$ 500 via PIX por Felipe Turmina, sobrinho da vice-prefeita, a um eleitor, com o objetivo de influenciar o voto. A acusação foi embasada em declaração da mãe do beneficiado, segundo consta nos documentos do processo.
Como se trata de uma eleição majoritária, a Justiça entendeu que a chapa é indivisível, motivo pelo qual a decisão alcança tanto o prefeito quanto a vice-prefeita.
A sentença ainda não é definitiva e cabe recurso ao Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) e, posteriormente, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Enquanto isso, os gestores permanecem no exercício dos cargos, conforme prevê a legislação.
A reportagem tem como base informações da Rádio Chopinzinho, publicadas em sua página oficial no Facebook, além de consulta a documentos públicos relacionados ao processo.
O Portal Mídia Sudoeste segue acompanhando o caso e se coloca à disposição para divulgar, com equilíbrio, todos os posicionamentos das partes envolvidas.
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