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GERAL

Paraná defende no STF divisão mais igualitária dos royalties do petróleo

Estado quer destravar lei de 2012 e ampliar distribuição de recursos entre unidades da Federação

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Paraná defende no STF divisão mais igualitária dos royalties do petróleo
AEN

A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) defendeu nesta quarta-feira, 06 de maio, no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), a distribuição mais igualitária dos royalties provenientes da exploração de petróleo no litoral brasileiro entre os estados.


A discussão busca a liberação da aplicação da Lei nº 12.734/2012, aprovada pelo Congresso Nacional com o objetivo de tornar mais equilibrada a divisão dessas receitas, mas que desde 2013 segue suspensa por decisão cautelar do STF.


A ação é defendida pelo Paraná, outros 19 estados, o Distrito Federal e a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), que representa cerca de 5,3 mil cidades brasileiras. O grupo pede que a lei volte a produzir efeitos de forma escalonada.


A suspensão ocorreu após decisão da ministra Cármen Lúcia, que atendeu pedido de estados produtores e interrompeu a redistribuição dos recursos.


Representando o Paraná e os estados do Codesul, o procurador-geral do Estado, Luciano Borges, defendeu que a atual forma de distribuição gera distorções.


“Queremos um país em que a riqueza seja distribuída entre todos os entes federativos, e não concentrada apenas por critérios geográficos”, afirmou.


Segundo ele, a diferença de arrecadação é significativa. Em 2022, os royalties chegaram a R$ 118 bilhões, enquanto os estados não confrontantes teriam deixado de receber cerca de R$ 189,7 bilhões no período.


A proposta apresentada ao STF prevê que a nova regra passe a valer a partir de maio de 2026, com transição de sete anos para adaptação dos estados produtores, além da renúncia a valores retroativos e exclusão da discussão sobre a margem equatorial.


O procurador também destacou que a exploração ocorre em áreas distantes da costa, o que, segundo ele, reduz o impacto direto exclusivo aos estados produtores.


A votação da matéria deve ser iniciada nesta quinta-feira, 07 de maio, no Supremo Tribunal Federal.


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