Na sequência aparecem as variações no Mato Grosso (62.195 t), Tocantins (40.530 t), Pará (31.552 t), Santa Catarina (29.708 t), Minas Gerais (25.308 t), Amazonas (14.713 t), Sergipe (10.255 t), Maranhão (8.260 t), Acre (2.584 t), Roraima (2.108 t), Rondônia (187 t), Rio de Janeiro (8 t) e Amapá (3 t). As variações negativas ocorreram na Paraíba (-43.883 t), Piauí (-27.242 t), Ceará (-18.426 t), Distrito Federal (-18.013 t), Alagoas (-13.087 t), Goiás (-3.559 t), Pernambuco (-3.170 t) e Rio Grande do Norte (-1.225 t).
Um dos aumentos foi na produção de cevada. Os maiores produtores do Brasil são o Paraná, com 486,4 mil toneladas, que registrou crescimentos de 3,5% em relação a novembro e de 69,4% em relação a 2024, devendo participar com 80,1% da safra brasileira em 2025, e o Rio Grande do Sul, com 101,6 mil toneladas, declínio de 6,9% em relação ao volume produzido em 2024.
A produção de aveia também aumentou no Paraná. Com 246,7 mil toneladas em dezembro, houve aumento de 1,3% em relação a novembro e de 48,2% em relação a 2024, com o rendimento médio crescendo 36,0% em relação ao ano anterior, devendo alcançar 2.381 kg/ha. A produção nacional está estimada em 1,4 milhão de toneladas.
O Paraná segue como o segundo maior produtor brasileiro de milho 2ª safra, com 15,2% do total. A produção deve alcançar 17,6 milhões de toneladas, crescimentos de 1,0% em relação a novembro e de 40,5% em relação ao ano anterior. A produção nacional apresentou aumentos de 0,3% em relação ao mês anterior e de 26,2% em relação a 2024, alcançando 115,9 milhões de toneladas, estimativa recorde da série histórica do IBGE.
Em relação à soja, o Paraná, com 21,4 milhões de toneladas, deve ter o segundo maior volume colhido do ano, representando uma recuperação frente à safra anterior, com crescimento de 14,6%.
SAFRA NACIONAL – De modo geral, a safra brasileira de grãos (cereais, leguminosas e oleaginosas) em 2026 deve somar 335,7 milhões de toneladas, declínio de 3,0% em relação a 2025, ou 10,2 milhões de toneladas. A área colhida em 2026 é de 82,3 milhões de hectares, crescimento de 0,9%.
Mato Grosso lidera como maior produtor nacional de grãos, com 32,0%, seguido por Paraná (13,5%), Goiás (11,2%), Rio Grande do Sul (9,4%), Mato Grosso do Sul (8,1%) e Minas Gerais (5,5%), que somados representam 79,7% do total.

