PCIPR é vice-líder nacional em perfis genéticos
Polícia Científica alcança segunda colocação no Banco Nacional de Perfis Genéticos e se consolida como referência no país
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Polícia Científica alcança segunda colocação no Banco Nacional de Perfis Genéticos e se consolida como referência no país
A Polícia Científica do Paraná alcançou a segunda colocação no ranking nacional do Banco Nacional de Perfis Genéticos, consolidando o Estado como uma das principais referências do Brasil na identificação genética aplicada à investigação criminal.
O resultado é reflexo do avanço contínuo na inserção e na qualificação de perfis genéticos no banco nacional. Entre novembro de 2024 e novembro de 2025, o Paraná registrou 4.135 novos perfis cadastrados na categoria criminal. Já no total geral de perfis inseridos no sistema, o Estado somou 4.401 novos registros no período, evidenciando a elevada capacidade técnica e operacional das equipes paranaenses.
De acordo com o diretor-geral da Polícia Científica do Paraná, Ciro Pimenta, o desempenho é fruto de investimentos estruturais e tecnológicos. Segundo ele, o Estado atingiu um nível de automação e capacidade operacional que o coloca entre os maiores laboratórios do país, inclusive com o uso de tecnologias avançadas de sequenciamento genético disponíveis em poucos centros no mundo. O avanço contribui diretamente para o fortalecimento da segurança pública, a solução de crimes complexos e a reanálise de casos antigos.
O Banco Nacional de Perfis Genéticos funciona como uma ferramenta de comparação em âmbito nacional. Cada novo perfil de DNA inserido é confrontado com vestígios coletados em cenas de crimes em todo o país, possibilitando a identificação de autores, a conexão entre delitos distintos e o avanço de investigações que estavam sem solução por falta de provas.
Desde maio de 2024, o número de perfis genéticos cadastrados criminalmente no Brasil cresceu cerca de 15%, alcançando 193.395 registros até maio de 2025. Desse total, o Paraná responde por 8.426 perfis na categoria de referências criminais, que inclui condenados, pessoas identificadas criminalmente, registros determinados por decisão judicial e restos mortais identificados.
O resultado reforça o papel estratégico da Polícia Científica do Paraná no uso da genética forense como ferramenta essencial para a elucidação de crimes e a promoção da justiça.
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