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POLICIAL

Piloto é preso em operação contra rede de exploração sexual infantil

Polícia Civil cumpriu mandados na capital e região metropolitana durante a Operação “Apertem os Cintos”

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Piloto é preso em operação contra rede de exploração sexual infantil
Polícia Civil-SP/Agência Brasil

A Polícia Civil de São Paulo prendeu um piloto de avião, de 60 anos, suspeito de integrar uma organização criminosa envolvida com exploração sexual de crianças e adolescentes. A prisão ocorreu nesta segunda-feira, 09 de fevereiro, durante a Operação “Apertem os Cintos”, realizada pela 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).


O piloto foi detido dentro de uma aeronave no Aeroporto de Congonhas, na capital paulista. Uma mulher de 55 anos também foi presa, suspeita de receber pagamento pela entrega das próprias netas, de 10, 12 e 14 anos, ao investigado.


A operação cumpre oito mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão temporária contra quatro investigados. As diligências ocorreram na capital e no município de Guararema, na região metropolitana, com a participação de 32 policiais civis e 14 viaturas.


O inquérito policial foi instaurado em outubro de 2025. Até o momento, três vítimas foram identificadas, com idades de 11, 12 e 15 anos, todas submetidas a situações consideradas graves de abuso e exploração sexual.


De acordo com a Polícia Civil, o grupo é investigado por crimes como estupro de vulnerável, estupro, favorecimento da prostituição e exploração sexual de criança e adolescente, uso de documento falso, produção, armazenamento e compartilhamento de material de pornografia infantojuvenil, perseguição reiterada, aliciamento de crianças e coação no curso do processo.


As investigações apontam indícios de uma estrutura organizada, com divisão de funções e atuação coordenada entre os envolvidos, além de possível prática reiterada dos crimes ao longo dos últimos anos.


Segundo a corporação, a operação tem como objetivo interromper a atuação criminosa, preservar a integridade física e psicológica das vítimas, identificar outros envolvidos e garantir a preservação de provas, especialmente de natureza digital. A Polícia Civil não descarta novas prisões e a identificação de outras possíveis vítimas.



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