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GERAL

87% DA POPULAÇÃO ESTÁ PRESA: VICIADA EM PORNOGRAFIA, JOGOS E REDES SOCIAIS

Cerca de 87% da população brasileira está presa, em algum nível, a pornografia, jogos ou redes sociais.

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87% DA POPULAÇÃO ESTÁ PRESA: VICIADA EM PORNOGRAFIA, JOGOS E REDES SOCIAIS
JUNIOR VIEIRA

87% DA POPULAÇÃO ESTÁ PRESA: VICIADA EM PORNOGRAFIA, JOGOS E REDES SOCIAIS


Da série Diferente dos Iguais por Junior Vieira


Eu escutei um negócio que me despertou uma vontade real de escrever, de colocar isso aqui, neste espaço que é de opinião. Aquilo ficou na minha cabeça, virou um ponto de interrogação. E eu quero dividir isso com você.


Antes de qualquer coisa, quero deixar claro: isso não é sobre religião. Não é sobre igreja. Não é sobre crença. É sobre comportamento.


Eu estava assistindo ao episódio “O modelo mental dos empresários que realmente ficam ricos”, do O Mentor Podcast com Evandro Guedes, e em um momento foi citado que cerca de 87% da população brasileira está presa, em algum nível, a pornografia, jogos ou redes sociais.


Eu não sabia disso. E não parei para discutir o número. Eu parei para pensar no que isso significa. Porque, se isso estiver minimamente perto da realidade, a gente está falando de algo muito sério.


Olha o dia a dia.


A pessoa acorda e já está no celular. Passa o dia indo e voltando. Trabalha com a cabeça dividida. Para um pouco, já pega de novo. Chega em casa e continua. É vídeo, é jogo, é rede social, é estímulo o tempo todo.


E não é sobre usar. Todo mundo usa. O problema é quando não consegue parar.


Isso vai mexendo com a cabeça. A pessoa perde o foco, perde o ritmo, não consegue manter a disciplina. Começa uma coisa e não termina. Vai vivendo no automático.


E não é falta de capacidade. É excesso de distração.


Você começa a observar: gente com potencial, gente com oportunidade, gente que poderia estar muito melhor, mas não anda. Não sustenta constância. Não mantém a direção.


E aí fica a pergunta: é falta de capacidade ou é excesso de distração?


Isso não fica só na vida pessoal. Isso entra dentro das empresas. Afeta a produtividade, afeta o resultado, afeta o bolso. A pessoa está ali, mas não está inteira. E quando isso começa a se repetir em muita gente, deixa de ser individual. Vira coletivo.


O maior perigo de estar entre esses 87% não é o julgamento dos outros. É o que você deixa de construir enquanto está anestesiado. A distração constante consome o nosso recurso mais caro e irrecuperável: o tempo de agir. O vício digital dá a sensação de conexão com o mundo, quando na verdade afasta você do seu próprio potencial. O ganho real começa quando você retoma o controle da sua atenção.


Eu não estou aqui dizendo que esse número é oficial. Mas estou dizendo que ele acende um alerta. Porque quando você olha ao redor, faz sentido questionar.


E reforço mais uma vez: isso não é sobre religião. Não estou pregando nada aqui. Estou falando de comportamento. E isso serve para todo mundo. Serve para você. Serve para mim, que estou escrevendo isso aqui. Serve para os nossos hábitos, para os nossos costumes.


Este espaço aqui é para a gente conversar.


Agora me diz: esse número de 87% é preocupante ou não é? Você conhece alguém que está assim? Ou talvez você esteja assim?


Eu não sei. E nem estou aqui para pagar de perfeito. O objetivo aqui é provocação. É fazer você pensar comigo.


Eu vou deixar o conteúdo que gerou esse insight aqui. Leia a coluna, assista ao vídeo e tire as suas próprias conclusões.


 


E se isso fez sentido para você, compartilhe com alguém que precisa ler isso agora. Deixe aqui o seu comentário. Se você concorda ou não, isso é de cada um. Mas pensar sobre isso já é um começo.



Assista ao vídeo abaixo e tire suas próprias conclusões. Estou deixando ele aqui na íntegra para você.


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