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GERAL

Brasil ultrapassa os Estados Unidos em liberdade de imprensa

País avançou 58 posições desde 2022 e alcançou a 52ª colocação no levantamento internacional

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Brasil ultrapassa os Estados Unidos em liberdade de imprensa
Mídia Sudoeste

O Brasil alcançou a 52ª posição no ranking mundial de liberdade de imprensa divulgado pela Repórteres Sem Fronteiras, registrando avanço de 58 posições desde 2022. Com o resultado, o país superou, pela primeira vez, os Estados Unidos, que aparecem na 64ª colocação.


Em relação ao ano anterior, o Brasil subiu 11 posições. Na América do Sul, ocupa a segunda colocação, atrás apenas do Uruguai, que figura na 48ª posição. O levantamento foi divulgado na quinta-feira, 30 de abril.


De acordo com a organização responsável pelo estudo, o avanço brasileiro ocorre em um cenário global de deterioração da liberdade de imprensa. O relatório aponta que, pela primeira vez, mais da metade dos países analisados apresenta situação considerada difícil ou grave.


Entre os fatores que contribuíram para a melhora do Brasil estão a ausência de assassinatos de jornalistas desde 2022, após um período em que foram registrados 35 casos entre 2010 e 2022, além da adoção de medidas voltadas à proteção da atividade jornalística.


O país também implementou iniciativas como a criação de um observatório nacional de violência contra jornalistas e a adoção de protocolos para investigação de crimes contra profissionais da imprensa. Outro ponto citado é o avanço de discussões sobre regulação de plataformas digitais, inteligência artificial e combate à desinformação.


Apesar da evolução, o relatório indica que ainda há desafios. Entre eles estão a percepção de queda na confiança da sociedade na imprensa, o aumento de campanhas de ódio contra jornalistas e a existência de processos judiciais considerados abusivos.


No cenário internacional, o estudo aponta tendência de agravamento das condições para o exercício do jornalismo, com pressões que incluem restrições legais, limitações ao acesso à informação pública e uso de sistemas judiciais para intimidar profissionais da área.


Na América, diversos países registraram queda no ranking, influenciados por fatores como violência, avanço do crime organizado e restrições institucionais. Já globalmente, as melhores posições seguem concentradas na Europa, com destaque para a Noruega, seguida por Holanda e Estônia.


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