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GERAL

Estudo prevê substituição de roedor em testes antiveneno de serpentes

Projeto poderá ser colocado em prática a partir de março de 2026

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Estudo prevê substituição de roedor em testes antiveneno de serpentes
Midia Sudoeste

Uma pesquisa conduzida pela bióloga Renata Norbert, do Instituto Nacional de Controle da Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz), recebeu prêmio da Sociedade Europeia para Alternativa de Testes em Animais durante o 13º Congresso Mundial de Alternativas ao Uso de Animais. O estudo também ganhou menção honrosa do Centro Nacional para a Substituição, Refinamento e Redução de Animais em Pesquisa, do Reino Unido.


A pesquisa desenvolve um método in vitro para testar a qualidade de soros contra o veneno de serpentes do gênero Bothrops — conhecidas como jararacas, urutus e cotiaras —, responsáveis por cerca de 90% dos acidentes ofídicos no Brasil, que já somam 12 mil casos em 2025.


O novo método usa células Vero cultivadas em laboratório em vez de camundongos, reduzindo custos em até 69% e eliminando o sofrimento animal. Segundo Renata, a técnica “é simples e rápida, liberando resultados em uma semana”, enquanto os testes com roedores levam cerca de um mês.


Atualmente, o trabalho está na fase final de validação em outros laboratórios. Após aprovação, a metodologia poderá ser incorporada à farmacopeia brasileira, permitindo que produtores adotem o sistema sem o uso de animais.


Renata destaca que o estudo representa um avanço pioneiro: “É a primeira vez que um método para antivenenos chega à fase de pré-validação. Esperamos aplicá-lo na prática a partir de 2026.”



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