Menu

Idioma
JORNAL DIGITAL MURAL DA COMUNIDADE
Informações
Sábado, 05 de Setembro de 2026
Visitantes Total
18.710.767
Hoje
5.168
Cotações
Dólar
R$ --
Euro
R$ --
Peso ARG
R$ --
Redes Sociais
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
GERAL

São Paulo: laudo descarta suicídio de policial

Perícia aponta participação de uma segunda pessoa na morte da soldado Gisele Alves Santana

Compartilhar
São Paulo: laudo descarta suicídio de policial
Gisele Alves Santana/Instagram

Um laudo complementar do Instituto de Criminalística de São Paulo concluiu que a morte da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana não é compatível com a hipótese de suicídio. O documento, assinado na terça-feira, 1º de setembro, aponta elementos que indicam a participação de uma segunda pessoa na morte.


Gisele foi encontrada morta com um disparo na cabeça no dia 18 de fevereiro, no apartamento onde morava com o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto. Na ocasião, ele estava no imóvel, acionou o socorro e informou às autoridades que se tratava de um suicídio. Posteriormente, o caso passou a ser investigado como morte suspeita.


A análise pericial considerou o padrão das manchas de sangue e outros elementos encontrados no local. Segundo o documento, esses vestígios contradizem a hipótese de que Gisele tenha tirado a própria vida


Exames realizados anteriormente pelo Instituto Médico Legal (IML) também haviam identificado lesões no rosto e na região do pescoço da vítima, incluindo marcas compatíveis com pressão digital e escoriações provocadas por unhas.


Geraldo Neto foi preso em 18 de março, em São José dos Campos, um mês após a morte de Gisele. Ele é réu por feminicídio e permanece detido no Presídio Militar Romão Gomes, em São Paulo.


A investigação também considera o intervalo entre o disparo e o acionamento das autoridades. Uma testemunha afirmou ter ouvido o tiro por volta das 7h28. O Copom foi acionado por Geraldo Neto às 7h57.


O processo ainda apura outros elementos relacionados à cena da morte, incluindo a presença de três policiais no apartamento horas depois do ocorrido. Segundo os depoimentos, elas estiveram no imóvel para realizar uma limpeza.


Uma nova audiência está prevista para terça-feira, 8 de setembro, quando Geraldo Neto deverá ser interrogado.


A conclusão do novo laudo reforça a linha investigativa de que Gisele foi vítima de homicídio. A responsabilidade criminal do réu será definida pela Justiça no decorrer do processo.

Mais Notícias

  • Banner