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GERAL

Desinformação sobre câncer de pele dificulta diagnóstico precoce no Brasil

Falta de dados em registros oficiais compromete prevenção e políticas públicas de saúde

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Desinformação sobre câncer de pele dificulta diagnóstico precoce no Brasil
Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

A desinformação e a ausência de dados completos sobre câncer de pele têm impactado diretamente o diagnóstico precoce da doença no Brasil, segundo estudo da Fundação do Câncer divulgado nesta terça-feira, 14 de abril de 2026.


A pesquisa aponta que os bancos de dados oficiais apresentam lacunas importantes, especialmente em informações como raça/cor da pele e nível de escolaridade dos pacientes. Em mais de 36% dos registros, não há dados sobre raça ou cor, enquanto cerca de 26% não informam a escolaridade.


De acordo com os pesquisadores, essas informações são fundamentais para orientar políticas públicas de prevenção e melhorar a detecção precoce da doença, especialmente em um país com alta incidência de radiação ultravioleta.


O levantamento também mostra que a Região Sudeste concentra os maiores índices de ausência de dados sobre raça/cor da pele, enquanto a região Centro-Oeste lidera na falta de informações sobre escolaridade.


Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de pele é o tipo mais comum no Brasil. Entre 2026 e 2028, a estimativa é de mais de 260 mil novos casos anuais de câncer de pele não melanoma e cerca de 9 mil casos de melanoma, forma mais agressiva da doença.


A exposição à radiação ultravioleta é o principal fator de risco, especialmente para pessoas de pele clara e trabalhadores que atuam ao ar livre. Especialistas alertam que, além do uso de protetor solar, é essencial o uso de equipamentos de proteção, como roupas adequadas, chapéus e óculos com proteção UV.


O estudo também reforça que a falta de informações detalhadas dificulta análises mais precisas sobre desigualdades e limita a criação de estratégias eficazes no combate à doença.


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